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Porto Alegre, segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017. Atualizado às 20h10.

Jornal do Comércio

Internacional

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Estados Unidos

27/02/2017 - 20h10min. Alterada em 27/02 às 20h12min

Trump se reúne com principal liderança de política externa da China

O presidente Donald Trump se reuniu, nesta segunda-feira (27), com a principal liderança de política externa da China, em meio a tensões com a Coreia do Norte, que foram alimentadas por um recente teste de mísseis e o assassinato de funcionários de um aeroporto supostamente ordenado pelo governo norte-coreano.
O conselheiro de Estado da China, Yang Jiechi, é o primeiro funcionário chinês a visitar os EUA desde que Trump assumiu o cargo, há cinco semanas. Yang liderou uma delegação de seis membros e teve uma conversa inicial com o novo conselheiro de segurança nacional do Trump, o tenente-general H.R. McMaster, e outros funcionários norte-americanos.
Os dois lados "discutiram interesses compartilhados na segurança nacional", disse o secretário de imprensa da Casa Branca, Sean Spicer, sem dar detalhes. Yang está nos EUA para uma visita de dois dias, em meio à incerteza sobre como as duas maiores economias do mundo irão gerenciar suas relações comerciais e desafios de segurança no Leste Asiático.
Nessa região, o rápido progresso da Coreia do Norte em direção à aquisição de um míssil que poderia atingir o continente dos EUA é um dos mais severos desafios de segurança para Trump. Sua administração está atualmente avaliando como lidar com o jovem ditador Kim Jong Un.
Também nesta segunda-feira, o representante especial dos EUA para a Política da Coreia do Norte, Joseph Yun, esteve no Departamento de Estado com seus colegas do Japão e da Coreia do Sul, Kenji Kanasugi e Kim Hong-kyun, respectivamente. A reunião fazia parte de esforços dos EUA para que seus principais aliados na Ásia cooperassem mais com segurança.
Em um sinal potencialmente esperançoso para os EUA, a China anunciou recentemente a suspensão das importações de carvão da Coreia do Norte, aumentando a pressão sobre o aliado tradicional. Em troca, Pequim quer que os EUA reiniciem negociações com a Coreia do Norte.
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