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Porto Alegre, quarta-feira, 01 de fevereiro de 2017. Atualizado às 11h07.

Jornal do Comércio

Internacional

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frança

Alterada em 01/02 às 12h08min

Fillon perde liderança em pesquisa na França após escândalo de nepotismo

A candidatura conservadora de François Fillon à presidência da França foi atingida por denúncias nepotismo e o antes líder das pesquisas de opinião pode ficar inclusive fora do segundo turno, mostra uma pesquisa publicada nesta quarta-feira (1) pelo jornal Les Echos.
O levantamento, conduzido pelo instituto Elabe a pedido do jornal e da Radio Classique, mostra que Fillon perdeu entre 5 e 6 pontos porcentuais desde a última pesquisa, feita há quatro semanas, chegando aos 19% ou 20% de intenção de voto, dependendo do cenário apresentado. Esta é a primeira vez que o conservador fica abaixo dos 20%.
Como resultado, ele foi ultrapassado pelo candidato do centro, Emmanuel Macron, que chegou aos 22% ou 23%, ganho de um ponto porcentual, e que acenou pela primeira vez com a possibilidade de chegar ao segundo turno. A maior beneficiada, no entanto foi Marine Le Pen, candidata do partido de extrema direita Frente Nacional, que ganhou três pontos porcentuais e passou a liderar a corrida presidencial, com 26% ou 27% das intenções de voto.
Na semana passada, o jornal Le Canard Enchaîné publicou uma matéria afirmando que sua esposa, Penelope, trabalhou como sua assessora por oito anos, embolsando cerca de 500 mil euros ocupando um posto de trabalho fictício em seu gabinete.
A pesquisa do Elabe foi produzida entre os dias 30 e 31 de janeiro, antes portanto, de uma nova reportagem do Canard Enchaîné, publicada também nesta quarta-feira, afirmando que os pagamentos à esposa de Fillon são mais antigos e somam 830 mil euros ao longo de 15 anos. O jornal afirma também que dois filhos trabalharam em seu gabinete entre 2005 e 2007 quando o francês era senador, recebendo 84 mil euros no período.
Fillon e sua esposa estão sob investigação preliminar de promotores por suspeitas de desvio e apropriação indevida de fundos públicos após o Canard Enchaîné ter feito a primeira denúncia, na semana passada. 
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