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Porto Alegre, domingo, 12 de fevereiro de 2017. Atualizado às 10h18.

Jornal do Comércio

Geral

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música

Alterada em 12/02 às 11h19min

Beyoncé e Adele disputam os principais prêmios da 59ª edição do Grammy

Duas das maiores cantoras da atualidade, Beyoncé e Adele vão travar uma batalha acirrada pelos principais prêmios do Grammy Awards, que será realizado neste domingo (12), em Los Angeles, a partir das 23h (Brasília). Artistas já consagradas da indústria fonográfica, elas disputam o prêmio de melhor álbum do ano, melhor gravação e canção do ano.
Na corrida entre os indicados, Beyoncé, porém, sai na frente. Com 9 indicações, a cantora se tornou a mulher mais indicada da história da premiação. Abocanhou, inclusive, uma indicação na categoria de melhor performance de rock pela música Don’t Hurt Yourself, feita em parceria com Jack White.
Em toda a história do Grammy, Beyoncé já foi indicada 62 vezes. Venceu 20. Lemonade, seu álbum lançado de surpresa em abril, surpreendeu a todos com uma forte mensagem sobre separação, feminismo e empoderamento de mulher. Tudo isso, claro, sem deixar a veia pop de lado.
Adele, em contrapartida, é a única com chances reais de roubar a coroa de Beyoncé. 25, seu arrebatador terceiro álbum de estúdio, vendeu mais de 30 milhões de cópias em todo o mundo. Impulsionada pelo hit chiclete Hello, a britânica recebeu ao todo cinco indicações, ficando apenas atrás de Drake, Rihanna e Kanye West, com oito. Além disso, Adele vai voltar a fazer show no palco do Grammy, depois de uma apresentação desastrosa no ano passado, quando cantou All I Ask, recém-lançada de 25. Trata-se, portanto, da redenção para uma artista que desafinou ao vivo, alegou "problemas técnicos", decepcionou o público, mas tem tudo para realizar uma performance brilhante em 2017.
Apesar de Drake, Rihanna e Kanye West correrem por fora, o mais importante prêmio da música internacional deve mesmo consagrar o furação Beyoncé ou a sofrência de tons agudos e estridentes de Adele.
Se o Grammy há tempos aposta em nomes pouco conhecidos para despontar futuramente (leia mais ao lado), este ano, entretanto, a indústria precisava de um "nomão clássico" para não cair na mesmice e repetir fórmulas.
O norte-americano Frank Ocean tinha todos os pré-requisitos para manter o script. Os elogiados Endless e Blonde, apontados por muitos como os grandes discos de 2016, sequer foram inscritos na premiação, ato que surpreendeu a indústria da música. "O Grammy não representa muito bem as pessoas que vêm de onde eu venho e que aguentam o que eu aguento", afirmou o rapper em entrevista ao jornal The New York Times.
A falta de representatividade de negros e latinos no Grammy não deve ser a única pauta da cerimônia deste domingo. Discursos contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a exemplo do que aconteceu no Globo de Ouro, com a atriz Meryl Streep, em janeiro, também devem ser feitos.
O Brasil volta a figurar entre os indicados na categoria melhor álbum de World Music. Caetano Veloso e Gilberto Gil disputam o prêmio com o registro ao vivo da turnê Dois Amigos, Um Século de Música. As chances são grandes, apesar dos cotadíssimos Celtic Woman e Yo-Yo Ma & The Silk Road Ensemble aparecerem com força entre os indicados.
David Bowie, que morreu em janeiro de 2016, dois dias depois de lançar o álbum Blackstar, recebeu quatro indicações, incluindo disco de música alternativa.
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