Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Geral

- Publicada em 11 de Fevereiro de 2017 às 16:30

Janot estuda possibilidade de requerer a federalização do crime de motim

Estadão Conteúdo
Após reunião com representantes do Ministério Público do Espírito Santo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, divulgou uma nota, na tarde deste sábado (11), na qual anuncia a possibilidade de postular a federalização de crimes, como o de motim.
Após reunião com representantes do Ministério Público do Espírito Santo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, divulgou uma nota, na tarde deste sábado (11), na qual anuncia a possibilidade de postular a federalização de crimes, como o de motim.
Na mensagem, a Procuradoria-Geral da República menciona "o grave comprometimento da ordem pública" em virtude das mortes, falta de transporte público, fechamento de órgãos públicos e comércio, "além do impasse gerado pela manutenção da paralisação e aquartelamento das forças estaduais".
Janot esteve neste Sábado com membros do Ministério Público Federal e Estadual, além de representantes dos governos estadual e federal para discutir soluções que ponham fim a paralisação da Polícia Militar. O procurador-geral diz que acredita na construção de uma solução pacífica e ressalta que as instituições demonstraram "que são capazes de dar essa resposta à sociedade".
"A reunião de hoje demonstra que as instituições estão trabalhando para garantir a ordem pública. O MPF, por meio da Procuradoria-Geral da República e da Procuradoria da República no Espírito Santo, está dando sua contribuição para resolver o problema de forma profissional, serena e equilibrada", disse o procurador-geral.
A crise na segurança pública do Espírito Santo já deixou 137 mortos em oito dias. Mesmo com o acordo fechado na noite de sexta-feira (10), entre o governo estadual e as associações da PM, mulheres dos oficiais continuaram acampadas em frente ao Quartel Central da corporação em Vitória, impedindo a entrada e a saída dos policiais.
Conteúdo Publicitário
Leia também
Comentários CORRIGIR TEXTO