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Porto Alegre, terça-feira, 28 de fevereiro de 2017. Atualizado às 14h38.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

28/02/2017 - 14h37min. Alterada em 28/02 às 14h40min

Petróleo opera em baixa, mas dentro de intervalo recente, antes de API e Trump

Os futuros de petróleo caem nesta manhã, mas operando dentro de sua recente faixa de preços, em meio a sinais de avanço constante na produção dos EUA.
Às 10h10 (de Brasília), o petróleo tipo Brent para maio, o mais líquido na Intercontinental Exchange (ICE), recuava 0,53%, a US$ 56,12 por barril, enquanto o WTI para abril tinha baixa de 0,46% na New York Mercantile Exchange (Nymex), a US$ 53,80 por barril. O Brent para abril, que vence no fim da sessão de hoje, caía 0,63%, a US$ 55,58 por barril.
Os cortes que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e outros grandes produtores têm feito em sua oferta desde o início de janeiro impediram os preços da commodity de caírem abaixo da marca de US$ 50,00, mas o aumento da produção em outras partes, como nos EUA, limita os ganhos.
No entanto, notícia da agência de notícias Tass de que a Rússia deverá registrar queda de 117 mil barris diários na produção de fevereiro levou alguns observadores a preverem alta nas cotações do petróleo.
Além disso, existe a possibilidade de a Opep estender seu acordo de redução da oferta para além do período inicial de seis meses, que termina no fim de junho, lembrou o banco ANZ em nota a clientes.
Já o Commerzbank manifestou surpresa pelo fato de os preços ainda não terem atingido US$ 60,00 por barril. Para o banco alemão, o alto volume de posições compradas líquidas deveria ser suficiente para impulsionar as cotações, mas isso ainda não se concretizou.
No fim da tarde, o American Petroleum Institute (API, uma associação de refinarias) divulga sua pesquisa semanal sobre os estoques dos EUA. Amanhã, será a vez do levantamento oficial, publicado pelo Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) norte-americano.
Muitos operadores de commodities também aguardam um discurso do presidente dos EUA, Donald Trump, durante o qual ele poderá falar sobre planos de adotar estímulos fiscais, ampliar gastos com defesa e reformar o setor de saúde. O pronunciamento, que será no Congresso, está previsto para começar às 23h (de Brasília) da noite desta terça-feira.
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