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Porto Alegre, sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017. Atualizado às 08h49.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 24/02 às 08h52min

Cobre opera em alta apoiado por dólar mais fraco e preocupações com oferta

Os preços do cobre operam em alta nesta sexta-feira na sequência de um dólar mais fraco e preocupações de abastecimento em minas na Indonésia e no Chile.
Perto das 8h15min (de Brasília), o contrato para três meses da London Metal Exchange (LME) subia 0,75%, a US$ 5.896 a tonelada. Às 8h28min, o cobre para maio avançava 0,71%, a US$ 2,6780 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).
Uma greve sindical na mina de Escondida no Chile, a maior mina de cobre do mundo, está agora em sua terceira semana. A mina é de propriedade majoritária da BHP Billiton e produz cerca de 5% da oferta mundial. Na Indonésia, a Freeport-McMoRan e o governo indonésio ainda não chegaram a um acordo sobre os termos de uma licença de exportação para a mina de cobre Grasberg, também uma das maiores do mundo.
Na sexta-feira, o presidente da Indonésia disse que está preparado para assumir uma "posição firme" com a empresa se um acordo não for alcançado. No início desta semana, o executivo-chefe da Freeport disse que consideraria uma arbitragem se a disputa não fosse resolvida em 120 dias.
Além disso, um dólar ligeiramente mais fraco também está ajudando os metais industriais.
Enquanto isso, permanecem questões sobre os detalhes das promessas do governo Trump de aumentar os gastos com infraestrutura, o que ajudou a acelerar o rali nos mercados de metais básicos desde o final do ano passado. No entanto, o impacto de um impulso significativo é provável que seja mínimo no mercado mundial, disse Carsten Menke, analista de commodities da Julius Baer.
"Para o cobre, continuamos acreditando que qualquer impacto da despesa com infraestrutura na demanda deve ser pequeno, já que menos de um terço da demanda de cobre dos EUA está relacionada à infraestrutura", disse Menke. "Dito isto, o sentimento no mercado de cobre continua muito otimista", ajudado por interrupções na oferta no Chile e na Indonésia.
Entre outros metais na LME, o alumínio subia 0,75%, a US$ 1.879,50 por tonelada métrica, o chumbo avançava 0,92%, a US$ 2.254 por tonelada, o zinco tinha alta de 1,38%, a US$ 2.820 por tonelada, o níquel acelerava 1,56%, a US$ 19.150 por tonelada e o estanho ganhava 1,46%, a US$ 19.150 por tonelada.
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