Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017. Atualizado às 11h19.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

mercado financeiro

20/02/2017 - 11h20min. Alterada em 20/02 às 11h21min

Acordo de acionistas da Vale ajuda a puxar Bovespa, que supera os 68 mil pontos

A Bovespa abriu em alta nesta segunda-feira (20) e acima dos 68 mil pontos, revertendo a leve perda da sexta-feira. As ações da Vale sobem mais de 5%, demonstrando que o acordo de acionistas anunciado nesta data pela companhia é muito bem recebido por investidores. A PN da Bradespar, que tem alta correlação com o desempenho da mineradora, chegou a entrar em leilão nesse início de pregão.
A direção da Previ, que é acionista da mineradora, divulgou que considera que o novo acordo eleva a liquidez de sua participação na mineradora. Conforme divulgado mais cedo ao mercado, o acordo vigorará por três anos e será realizado em etapas. Nesses primeiros minutos de pregão, os papéis da Vale estão entre os mais negociados e lideram o ranking das maiores altas da carteira Ibovespa. O indicador tem alta de 0,85% e marca 68.325,51 pontos às 10h17min.
Ainda sobre o noticiário corporativo, os destaques são para Hypermarcas e Magazine Luiza. Os resultados da Hypermarcas no quarto trimestre de 2016 foram bem recebidos pelo mercado, com analistas destacando o crescimento de receitas e a geração de caixa da companhia. Ao mesmo tempo, porém, a avaliação é de que a empresa divulgou uma meta (guidance) conservadora para o resultado de 2017. A companhia projeta que seu Ebitda (juros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) das operações continuadas ficará em torno de R$ 1,2 bilhão para o ano de 2017.
Já o crescimento de vendas apurado pelo Magazine Luiza no quarto trimestre de 2016 superou as expectativas de analistas. Em relatórios, profissionais do mercado destacaram o desempenho do comércio eletrônico da rede varejista. O Magazine Luiza reverteu o prejuízo de R$ 52,4 milhões registrado no quarto trimestre de 2015 e registrou lucro líquido de R$ 46,1 milhões em igual intervalo de 2016. No critério ajustado, o resultado também ficou positivo em R$ 47,7 milhões no quarto trimestre do ano passado, ante um prejuízo de R$ 43,2 milhões em 2015.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia