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Porto Alegre, sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017. Atualizado às 19h54.

Jornal do Comércio

Economia

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Balanços

Alterada em 17/02 às 20h54min

BM&FBovespa tem lucro líquido de R$ 927,9 milhões no 4º trimestre

O lucro líquido atribuível aos acionistas da BM&FBovespa no quarto trimestre do ano passado atingiu R$ 927,9 milhões, revertendo, assim prejuízo registrado no mesmo intervalo de 2015, quando seu resultado ficou no vermelho por conta de uma baixa contábil. Em relação ao terceiro trimestre do ano o lucro subiu 216,2%. Em 2016 o lucro da bolsa brasileira somou R$ 1,446 bilhão, queda de 34,3%.
O lucro no período foi afetado, segundo a companhia, pela reversão de provisão de imposto relacionada às vendas das ações do CME Group em setembro de 2015 e em abril de 2016, despesas não recorrentes com pessoal ligadas a despesas com concessão de ações e, ainda, despesas relacionadas à proposta de combinação de negócios com a Cetip, como já visto no trimestre imediatamente anterior. A venda das ações da bolsa americana CME ocorreu para que a companhia fizesse caixa para fazer frente aos desembolsos aos acionistas da Cetip que ocorrerão após as aprovações regulatórias necessárias para a fusão.
A receita líquida da bolsa brasileira no último trimestre do ano passado foi de R$ 623,7 milhões, alta de 14,8% ante o visto um ano antes e de 11,5% em relação ao observado no terceiro trimestre do mesmo ano. Em 2016 a receita líquida somou R$ 2,321 bilhões, alta de 4,7% em relação ao visto um ano antes.
A BM&FBovespa e Cetip pediram há uma semana dilação do prazo da análise do ato de concentração da fusão por mais 60 dias junto ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que já deferiu o pedido. O prazo de análise no Cade pode levar no máximo, considerando as extensões, até 330 dias, sendo que está hoje em mais de 230 dias. Com o pedido, a aprovação do regulador para a integração das companhias poderá ficar para o fim de abril, um ano depois do anúncio da fusão pelas empresas. Além do Cade, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) também precisa dar seu aval para a transação.
"Agora, enquanto aguardamos os reguladores analisarem a transação, começamos a planejar alguns aspectos da integração dentro dos limites estabelecidos pela regulação, para assegurar que a excelência do serviço será preservada, que as eficiências esperadas serão entregues e que as potenciais sinergias serão capturados ao longo do tempo", destaca o diretor presidente da BM&FBovespa, Edemir Pinto, no documento que acompanha o seu demonstrativo financeiro.
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