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Porto Alegre, sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017. Atualizado às 19h18.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 17/02 às 20h18min

Bolsas nos Estados Unidos fecham nas máximas e registram novos recordes de pontuação

No fim da tarde em Wall Street, o índice Dow Jones virou no último minuto de negociação. subindo 0,02%

No fim da tarde em Wall Street, o índice Dow Jones virou no último minuto de negociação. subindo 0,02%


Bryan R. Smith/AFP/JC
As bolsas de valores dos Estados Unidos fecharam nas máximas nesta sexta-feira (17), e registraram novos recordes de pontuação, com o índice Dow Jones estendendo sua sequência de recordes para sete sessões consecutivas.
No fim da tarde em Wall Street, o índice Dow Jones virou no último minuto de negociação após operar o dia todo no vermelho, encerrando em leve alta de 0,02%, aos 20.624,05 pontos; o S&P 500 subiu 0,17%, para 2.351,16 pontos. Na semana, o Dow Jones subiu 1,75%; o S&P 500 ganhou 1,51% e o Nasdaq escalou 1,82%.
Entre os fatores que contribuíram para a onda de apetite pelo risco em Nova York estão uma estimativa otimista do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) para a economia, dados econômicos fortes e a expectativa pelo anúncio do plano fiscal e tributário do presidente Donald Trump, que vem prometendo reduzir a regulamentação de vários setores da economia, além de investir em infraestrutura para acelerar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).
Entre as companhias que mais contribuíram para os ganhos de hoje estão a UnitedHealth (+3,66%) e a Boeing (+1,11%). Os papéis da fabricante de aeronaves aceleraram à tarde durante um discurso de Trump em uma unidade da empresa na Carolina do Sul. O republicano voltou a prometer a redução de impostos "para todos", incluindo classe média e empresas. "Vamos reforçar nossas regras comerciais e acabar com trapaças de comércio. Não vamos mais deixar que outros países levem vantagem sobre nós."
Os índices S&P 500 e Nasdaq interromperam ontem uma sequência de cinco sessões seguidas de fechamentos recordes, ao passo em que os investidores realizavam lucros. Os dados de ontem mostraram que a economia americana segue sólida, com o índice de atividade regional do Federal Reserve da Filadélfia subindo de 23,6 em janeiro para 43,3 em fevereiro.
Hoje, o Conference Board informou que o índice de indicadores antecedentes dos EUA subiu 0,6% em janeiro, para 125,5, depois de avançar 0,5% em dezembro. O resultado superou a expectativa dos analistas, de avanço de 0,5%.
Mais cedo, as bolsas ficaram pressionadas em meio a preocupações com a eleição francesa, diante do risco de que a líder de extrema direita Marine Le Pen leve a presidência, abrindo caminho para a saída do país da zona do euro. Candidatos de esquerda lançaram um diálogo que poderia levar a um nome único nessa frente. De acordo com analistas, isso poderia levar um deles ao segundo turno, retirando da disputa um candidato mais forte de centro, o que em tese poderia gerar uma polarização maior, com mais chances para Le Pen.
Na segunda-feira, os mercados ficarão fechados nos EUA em razão do feriado do Dia do Presidente.
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