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Porto Alegre, sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017. Atualizado às 15h35.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 17/02 às 16h37min

Bolsas da Europa fecham sem direção única, com risco geopolítico e balanços

As bolsas europeias fecharam sem direção única nesta sexta-feira (17), com os investidores reagindo ao risco geopolítico e a balanços corporativos, em dia de poucos indicadores na região. O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,10% (+0,37 ponto), em 369,73 pontos. Na semana, o avanço foi de 0,64%.
Único indicador do dia, as vendas no varejo do Reino Unido recuaram 0,3% em janeiro na comparação mensal, contrariando a previsão dos analistas, que esperavam alta de 1,0%. Em relação ao mesmo mês do ano passado, foi registrado um avanço de 1,5%, também inferior à projeção de ganho de 3,4%.
Declarações dadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em uma coletiva de imprensa na quinta-feira, 116, fizeram com que um maior clima de cautela imperasse nos mercados. Além disso, as eleições na França também contribuem para uma maior busca por segurança, devido à liderança da candidata da extrema-direita, Marine Le Pen, em algumas pesquisas. Hoje, a OpinionWay divulgou uma pesquisa em que Le Pen aparece com 26% das intenções de voto no primeiro turno e está na liderança isolada, com os candidatos Emmanuel Macron e François Fillon empatados na segunda posição, com 20%. No entanto, uma possível cooperação entre dois candidatos da esquerda também está no radar dos investidores, já que uma candidatura única pode prejudicar o candidato centrista Macron e pode impulsionar Marine Le Pen.
Na bolsa de Londres, o índice FTSE-100 fechou em alta de 0,30%, em 7.299,96 pontos, com algumas ações beneficiadas pela queda da libra ante o dólar, pressionada pelas vendas no varejo abaixo do esperado no mês de janeiro. Na semana, Londres registrou alta de 0,57%. Entre os destaques, está a Unilever, que avançou 13,43%, depois que a Kraft Heinz anunciou que fez uma proposta para se fundir com a gigante de produtos de consumo - o que foi recusado pela Unilever.
Em Frankfurt, o índice DAX fechou estável, em 11.757,02 pontos, com o Commerzbank recuando 1,05% e o Deutsche Bank caindo 1,70%. Outros papéis, no entanto, fecharam no azul, com a Lufthansa subindo 1,16% e a Allianz avançando 2,81%, refletindo o anúncio na noite de quinta-feira, em que a companhia reportou um aumento de 23% em seu lucro líquido no quarto trimestre de 2016 na comparação com o mesmo período de 2015. Na semana, o DAX subiu 0,81%.
O índice CAC-40, da bolsa de Paris, fechou em baixa de 0,65%, aos 4.867,58 pontos. Na semana, o índice avançou 0,81%. Ações ligadas ao setor financeiro também pesaram: o Crédit Agricole caiu 2,68%, o Société Générale perdeu 2,57% e o BNP Paribas recuou 2,23%.
Na bolsa de Milão, o índice FTSE-MIB recuou 0,42%, aos 19.006,46 pontos. Na semana, o índice registrou alta de 0,77%. Ações de bancos também pesaram, com o Intesa Sanpaolo caindo 1,18% e a Unione di Banche Italiane com baixa de 2,05%.
Em Madri, o índice IBEX-35 teve baixa de 0,57%, para 9.500,30 pontos, registrando uma alta de 1,30% na semana. Já na bolsa de Lisboa, o índice PSI-20 foi na contramão e subiu 0,26%, aos 4.640,85 pontos. Na semana, a alta foi de 0,79%.
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