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Porto Alegre, sábado, 11 de fevereiro de 2017. Atualizado às 15h33.

Jornal do Comércio

Economia

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Estados Unidos

Alterada em 11/02 às 16h35min

Vice-presidente do Fed alerta sobre redução de exigência de capital dos bancos

Reduzir as exigências de reserva de capital dos bancos como parte de uma planejada reformulação da regulação financeira norte-americana pós-crise seria uma má ideia, avaliou o vice-presidente do Federal Reserve, Stanley Fischer, neste sábado (11).
"Reduzir significativamente as exigências de capital reduziria a segurança do sistema e certamente esperamos que isso não aconteça", disse Fischer, ao responder perguntas, depois de um discurso a estudantes na Warwick Economics Summit, em Coventry, Inglaterra.
O presidente norte-americano Donald Trump disse neste mês que planejava afrouxar as regras financeiras Dodd-Frank, que formam a pedra angular da regulamentação dos bancos norte-americanos pós-crise. Ainda não está claro se qualquer revisão afetaria as exigências de capital dos bancos, que foram elevadas significativamente após a crise financeira que quebrou o banco de investimento Lehman Brothers, em 2008, e levou a economia global em recessão.
Fischer afirmou que não acredita que a administração revogue a regra de Dodd-Frank em sua totalidade e disse esperar que as reformas não conduzam a exigências de capital mais baixas.
O vice-presidente do Fed também considerou que muito do plano econômico de Trump permanece obscuro. Para ele, ainda não está claro se as propostas da nova administração norte-americana para reformar as relações comerciais e aumentar os gastos do governo ganharão o apoio dos legisladores no Congresso, tornando ainda mais incerta a direção futura da política econômica do governo.
"Há, como você sugere, incerteza significativa sobre o que realmente vai acontecer", disse. "Nós não queremos colocar expectativas muito claras porque eu não acho que elas existem até agora no sistema de tomada de decisões", acrescentou. Ele afirmou que o Fed está concentrando seus esforços nos objetivos de inflação estável e pleno emprego.
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