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Porto Alegre, sábado, 11 de fevereiro de 2017. Atualizado às 15h28.

Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura

11/02/2017 - 16h16min. Alterada em 11/02 às 16h28min

Meirelles diz que PIB deve crescer entre 0,2% e 0,3% no 1º trimestre

Meirelles reiterou que projeta para 2017 taxa de crescimento da ordem de 2%

Meirelles reiterou que projeta para 2017 taxa de crescimento da ordem de 2%


Beto Barata/PR/JC
O acúmulo de bons indicadores neste começo de ano mostram que, se a economia brasileira ainda não deixou de vez a recessão para trás, já começa a dar os primeiros passos em direção da retomada. E para o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e seus auxiliares, esta retomada já se dará neste primeiro trimestre.
Em entrevista ao jornal O Globo publicada neste sábado (11), o ministro afirmou que o Produto Interno Bruto (PIB) vai crescer entre 0,2% e 0,3% de janeiro a março. Meirelles reiterou ainda que, em termos anualizados, a economia chegará ao quarto trimestre de 2017 mostrando uma taxa de crescimento da ordem de 2%. Em entrevista ao Broadcast na sexta-feira, 10, o secretário de Política Monetária da Fazenda, Fabio Kanczuck, fez a mesma previsão e acrescentou que os analistas do mercado financeiro estão pensando da mesma forma que a equipe econômica da pasta.
Meirelles disse ainda ao que o bom desempenho da safra agrícola que começou a ser colhida em janeiro será fundamental na retomada econômica prevista pelo governo. Previsão do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada na sexta indica que a safra de grãos deste ano baterá novo recorde, podendo chegar às 221,4 milhões de toneladas. Se confirmada, será uma colheita 20,3% maior que a de 2016, a maior expansão anual desde 2003.
A redução expressiva da taxa de juros já confirmada - a Selic caiu 1,25% desde o início da flexibilização da política monetária em outubro para 13% ao ano - e a expectativa de que poderá cair mais até por volta de 8%, tem sido outro ponto a favor da retomada da economia destacado pela equipe econômica. Desta vez, portanto, de acordo com as avaliações de especialistas, a recuperação tende a não ser um voo de galinha como fora em outros anos porque o Banco Central está cortando juros.
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