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Porto Alegre, quarta-feira, 08 de fevereiro de 2017. Atualizado às 21h43.

Jornal do Comércio

Economia

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Contas Públicas

Notícia da edição impressa de 09/02/2017. Alterada em 08/02 às 21h50min

Custeio administrativo atinge menor nível desde 2011

Os serviços de apoio (como contratação temporária, terceirização, limpeza e vigilância) foram os principais responsáveis pelos gastos de custeio administrativo do governo federal em 2016. Segundo boletim divulgado ontem pelo Ministério do Planejamento, essas despesas somaram R$ 14,9 bilhões e ocuparam 42% do total. Em segundo lugar na lista ficaram os desembolsos com material de consumo (combustíveis, alimentação e material de expediente), R$ 4,8 bilhões (14% do total), seguidos por comunicação e processamento de dados, R$ 4 bilhões (11%).
Os gastos com diárias somaram R$ 1,15 bilhão e com passagens R$ 566,3 milhões, em 2016. O governo também desembolsou R$ 2,8 bilhões com locação e conservação de bens imóveis, R$ 2,6 bilhões com energia e água e R$ 2 bilhões com locação e conservação de bens móveis. No total, as despesas com custeio administrativo somaram R$ 34,9 bilhões.
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