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Porto Alegre, quarta-feira, 08 de fevereiro de 2017. Atualizado às 18h13.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 08/02 às 19h18min

Após instabilidade, Bovespa fecha em alta de 0,99%

A Bovespa fechou em alta de 0,99% nesta quarta-feira, 8, aos 64.835,40 pontos, na máxima do dia. Foi a segunda alta consecutiva da bolsa brasileira, que enfrentou períodos de instabilidade em alguns dos principais grupos de ações. A desaceleração da inflação do IPCA de janeiro foi pano de fundo otimista para os negócios, com influência direta sobre ações do setor financeiro e imobiliário. Por outro lado, os papéis de empresas ligadas a commodities estiveram voláteis, com alternância de sinais ao longo do pregão. Os negócios na bolsa brasileira somaram R$ 7,6 bilhões.
"A inflação inferior às estimativas justifica juros mais baixos no País e teve reflexos mais claros nas ações de construção civil e setor financeiro. As de varejo também deveriam ter respondido com altas, mas o movimento foi limitado a apenas algumas delas", afirma Shin Lae, analista da Upside Investor.
Responsáveis por mais de um quarto da composição do Ibovespa, as ações de bancos foram determinantes para o sinal positivo do Ibovespa. Itaú Unibanco PN, ação de maior peso individual no índice, subiu 2,58%. Bradesco PN avançou 1,86%. Segundo analistas, a alta das ações do setor financeiro em resposta à expectativa de queda dos juros está relacionada à capacidade das instituições de obter ganhos com os diferenciais das taxas. Entre as empresas do setor imobiliário, as maiores altas dentro do Ibovespa foram de Cyrela ON (+2,20%) e MRV ON (+1,88%).
O petróleo foi importante fator de instabilidade. A commodity começou o dia em baixa, respondendo às preocupações com o crescente avanço da produção de petróleo de xisto nos EUA e níveis altos de estoques da commodity no país. À tarde, os preços se recuperaram. As ações da Petrobras sofreram a influência da commodity e só definiram tendência perto do final dos negócios, com notícias sobre um possível corte na produção dos países pertencentes à Opep. Petrobras ON e PN fecharam nas máximas, com ganhos de 2,09% e 2,72%, respectivamente.
Os papéis da Vale não escaparam da volatilidade. As ações seguiram à risca o desempenho de suas pares no exterior, que recuaram apesar da alta dos preços do minério de ferro e da reversão do prejuízo da Rio Tinto. Vale ON e PNA terminaram o dia com ganhos de 1,16% e 0,90%.
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