Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 07 de fevereiro de 2017. Atualizado às 15h03.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Mercado Financeiro

Alterada em 07/02 às 16h07min

Bolsas europeias fecham sem direção única, de olho em empresas e indicadores

As bolsas europeias fecharam sem sinal único nesta terça-feira (7) de olho em notícias corporativas e dados econômicos. Além disso, os sinais da política e seus possíveis impactos continuaram a atrair a atenção nos mercados. O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,40% (1,43 ponto), em 363,03 pontos.
Entre os balanços em destaque, o BNP Paribas informou que seu lucro líquido subiu a 1,44 bilhão de euros (US$ 1,55 bilhão) no quarto trimestre, com alta de 2% na receita, para 10,66 bilhões de euros. A ação do banco, porém, ficou pressionada na bolsa de Paris, porque analistas esperavam resultado melhor. A petroleira BP, por sua vez, reportou perdas pelo segundo ano consecutivo, ainda em reação aos preços fracos do petróleo.
Na agenda de indicadores, a Alemanha informou que sua produção industrial recuou 3% em dezembro ante o mês anterior, em números ajustados, o pior resultado em oito anos. Já na arena política, há cautela com a eleição na França, após o conservador François Fillon perder fôlego nas pesquisas em meio a denúncias de que contratou parentes quando era parlamentar. Nesse cenário, poderia ganhar força a candidata de extrema-direita Marine Le Pen, que ameaça tirar a França da União Europeia e da zona do euro.
Na bolsa de Londres, o índice FTSE-100 fechou em alta de 0,20%, em 7.186,22 pontos. No setor bancário, Lloyds subiu 0,11%, mas Barclays recuou 0,59%. A petroleira BP caiu 4,08%, após o balanço, porém entre as mineradoras Glencore subiu 2,27% e Antofagasta teve ganho de 2,26%.
Em Frankfurt, o índice DAX avançou 0,34%, para 11.549,44 pontos. Entre as ações mais negociadas, Commerzbank e Deutsche Bank caíram 0,73% e 0,92%, respectivamente. No setor de energia, E.ON subiu 0,49%. RWE teve alta de 1,75% e BASF, de 1,59%.
Na bolsa de Paris, o CAC-40 recuou 0,49%, para 4.754,47 pontos. O papel do BNP Paribas se saiu mal após o balanço do banco e caiu 4,77%. Crédit Agricole teve baixa de 2,42% e Société Générale recuou 2,50%, mas Avanquest se destacou e subiu 9,19%.
O índice FTSE-MIB, da bolsa de Milão, caiu 0,17%, para 18.662,61 pontos. Intesa Sanpaolo caiu 1,92% e Telecom Italia perdeu 2,41%, entre as mais negociadas. Fiat teve queda de 2,91% e Banco BPM, de 5,98%. UniCredit destoou da maioria e subiu 0,49%.
Na bolsa de Madri, o índice IBEX-35 teve baixa de 0,28%, para 9.331,50 pontos. Entre os bancos espanhóis, Santander caiu 1,99%, CaixaBank recuou 1,85% e Banco Popular Español teve baixa de 0,47%. No setor energético, Iberdrola avançou 1,05%, dias antes de publicar balanço nesta semana.
Em Lisboa, o índice PSI-20 fechou em queda de 0,74%, em 4.563,21 pontos. Banco BPI subiu 1,63%, porém Banco Comercial Português teve forte baixa, de 9,46%. A ação da Galp Energia caiu 1,19%. 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia