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Porto Alegre, segunda-feira, 06 de fevereiro de 2017. Atualizado às 21h38.

Jornal do Comércio

Economia

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Contas Públicas

Notícia da edição impressa de 07/02/2017. Alterada em 06/02 às 22h03min

Representantes da Fazenda vêm ao Estado quinta-feira

Thiago Copetti
Dois técnicos do Ministério da Fazenda chegam ao Estado na quinta-feira para dar andamento aos estudos que vão formatar o contrato de renegociação da dívida do governo do gaúcho com a União. A confirmação do desembarque da equipe foi feita pela Secretaria do Tesouro Nacional ao secretário da Fazenda, Giovani Feltes na tarde de ontem. Com a chegada dos técnicos o Estado dá mais um passo na formatação de um possível acordo com o governo federal.
Também ontem, o governador José Ivo Sartori e o chefe da casa Civil, Marcio Biolchi, se reuniram com deputados federais da bancada gaúcha em busca de apoio para aprovação do futuro acordo na Câmara. Jeronimo Goergen (PP) estava entre os deputados que participaram do encontro, que teve como um dos temas a possível inclusão da privatização ou federalização do Banrisul na mesa de negociações.
"Para mim, não há problema na privatização. Contanto que a dívida seja substancialmente reduzida. Não adianta se desfazer de um ativo apenas para empurrar a dívida para frente", alerta Goergen. Menos maleável quanto a possibilidade de o Banrisul entrar na negociação, o deputado Pompeo de Mattos (PDT) também participou de encontro com Sartori e Biolchi para tratar do tema.
"Sou visceralmente contra a privatização do Banrisul, o que é inconstitucional. O governador Sartori ainda não se posicionou claramente sobre o assunto, até porque é o governo federal que vai apresentar sua proposta e o Estado não pode começar uma negociação negando coisas. Mas, se isso entrar no acordo, eu, particularmente, não vou apoiar", antecipa Pompeo.
Os termos da adesão do Rio Grande do Sul ao plano de renegociação estão sendo discutidos entre a Secretaria da Fazenda e o Tesouro Nacional desde o final de dezembro. A proposta será submetida à aprovação do presidente Michel Temer e deve ser homologada pelo Supremo Tribunal Federal ou ter lei específica.
A aprovação do Plano de Recuperação Fiscal deve trazer fôlego para enfrentar a situação de dificuldades financeiras do Estado. O governo gaúcho busca carência de três anos no pagamento das parcelas da dívida com a União e socorro financeiro.
 
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