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Porto Alegre, segunda-feira, 06 de fevereiro de 2017. Atualizado às 16h46.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 06/02 às 17h49min

Ouro fecha em alta em meio a incertezas na Europa e sobre ritmo do Fed

Os preços do ouro fecharam no maior patamar em quase três meses nesta segunda-feira (6), beneficiado por incertezas políticas na Europa e pela percepção de que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) será comedido em suas elevações de juros este ano.
O metal dourado foi impulsionado por temores políticos na França, onde a candidata de extrema-direita, Marine Le Pen, reiterou seu compromisso em retirar o país da zona do euro. Le Pen é atualmente a líder das pesquisas de opinião de voto.
Além disso, desenvolvimentos recentes na política norte-americana também empurraram para cima o ouro, entre elas a decisão de um juiz federal de suspender temporariamente o decreto anti-imigração de Donald Trump.
Para analistas do JPMorgan, essa "ambiguidade persistente" do governo Trump irá impactar a moeda e os mercados de bônus, o que pode beneficiar um "rali de fundamentos do ouro no curto prazo".
Operadores também acreditam que dados recentes, entre eles o que mostra um incremento apenas marginal dos salários no mês passado nos EUA, enfraquecem o argumento de uma elevação dos juros pelo Fed já em março.
Na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato para abril encerrou em alta de 0,92%, a US$ 1.232,1 por onça-troy, o maior fechamento desde 10 de novembro, segundo dados da FactSet.
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