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Porto Alegre, segunda-feira, 06 de fevereiro de 2017. Atualizado às 10h06.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Petróleo opera volátil, em meio a tensões entre EUA e Irã e após Baker Hughes

Os futuros de petróleo mostram volatilidade na manhã desta segunda-feira (6), em meio às tensões entre os EUA e o Irã e sinais de que a produção norte-americana voltou a ganhar força.

Às 10h46min (de Brasília), o viés nos mercados era positivo: o petróleo tipo Brent para abril tinha baixa marginal de 0,04% na IntercontinentalExchange (ICE), a US$ 56,79 por barril, enquanto o WTI para março subia 0,13% na New York Mercantile Exchange (Nymex), a US$ 53,90 por barril.

Segundo o Commerzbank, a retomada das tensões entre a Casa Branca e os iranianos ajuda a sustentar os preços da commodity.

Na sexta-feira, o governo dos EUA anunciou sanções a 25 entidades do Irã, em represália a um recente teste com míssil balístico realizado por Teerã. O temor é que a disputa volte a comprometer as exportações iranianas de petróleo.

Além disso, há expectativas de que o governo norte-americano elimina uma norma que exigia transparência nos pagamentos de empresas da indústria extrativista - como petrolíferas - a governos estrangeiros. A medida faria parte dos recentes esforços do presidente dos EUA, Donald Trump, para flexibilizar as regras do setor financeiro.

Por outro lado, o petróleo continua pressionado após dados do fim da semana passada reforçarem a avaliação de que a produção nos EUA está crescendo. Pesquisa da Baker Hughes mostrou que o número de plataformas em operação nos EUA aumentou 17 na semana até 27 de fevereiro, para um total de 583.

O avanço apontado pela Baker Hughes levou muitos analistas a prever que 2017 marcará a volta da produção de óleo de xisto nos EUA, após dois anos seguidos de cortes de custos e de falências no setor.
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