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Porto Alegre, sexta-feira, 03 de fevereiro de 2017. Atualizado às 20h07.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 03/02 às 21h11min

Dólar não apresenta direção definida ante rivais em meio a dados nos EUA

O dólar não apresentou direção definida ante os rivais, nesta sexta-feira (3), oscilando entre perdas e ganhos diante de um relatório de emprego que mostrou um aumento das contratações, mas também um crescimento morno dos salários americanos.
No fim da tarde em Nova Iorque, o dólar recuava para US$ 122,77 de US$ 113,20 na tarde de ontem; o euro caía para US$ 1,0764 de US$ 1,0773; e a libra baixava para US$ 1,2541 de US$ 1,2660.
O documento conhecido como payroll mostrou que a economia dos Estados Unidos criou 227 mil postos de trabalho em janeiro, segundo o Departamento de Trabalho. O resultado ficou bem acima do esperado por analistas consultados pela Dow Jones Newswires, que estimavam criação de 174 mil vagas no último mês do ano. O ganho médio por hora dos trabalhadores do setor privado, no entanto, ficou em US$ 26,00, alta de US$ 0,03 (0,12%), ante previsão de US$ 0,3% dos economistas.
"Parece que há um pouco mais de folga no mercado de trabalho e por isso o Fed pode não deve ser tão agressivo no aperto monetário", disse Vassili Serebriakov, estrategista do Crédit Agricole.
O crescimento dos salários tem deixado a desejar nos EUA, mesmo que outros indicadores do mercado de trabalho tenham se recuperado fortemente. Investidores dizem que um crescimento salarial constante, que está ligado ao aumento da inflação, aumentaria o argumento para o Fed elevar as taxas de juros.
Juros maiores tendem a impulsionar o dólar ao tornar a moeda mais atrativa para investidores em busca de rendimento.
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