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Porto Alegre, quarta-feira, 01 de fevereiro de 2017. Atualizado às 10h37.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 01/02 às 11h37min

Cobre recua com realização de lucros, após atingir máxima em 20 meses

Os futuros de cobre operam em baixa em Londres e Nova Iorque, na manhã desta quarta (1), à medida que operadores realizam lucros após notícias sobre uma greve iminente numa grande mina chilena impulsionarem o preço do metal ao maior nível em 20 meses.
Por volta das 9h50min (de Brasília), o cobre para entrega em três meses negociado na London Metal Exchange (LME) caía 0,5%, a US$ 5.950,00 por tonelada. Mais cedo durante a sessão na LME, o cobre chegou a ampliar os ganhos de ontem, ultrapassando US$ 6.000,00 por tonelada pela primeira vez desde junho de 2015, após trabalhadores da mina chilena de Escondida rejeitarem uma oferta salarial e votarem a favor de uma paralisação.
Controlada pela anglo-australiana BHP Billiton, Escondida é a maior mina de cobre do mundo. Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para março recuava 0,59%, a US$ 2,7115 por libra-peso, às 10h30min (de Brasília).
"A questão da interrupção na oferta continua sendo o assunto principal", comentou Hamza Khan, chefe de estratégia para commodities no ING. "Acho que isso é mais uma oportunidade de realização de lucros."
Representantes sindicais deverão intermediar negociações com a BHP por até cinco dias antes que a greve seja deflagrada. Em 2016, Escondida produziu 980 mil toneladas de cobre, o equivalente a 5% do resultado global, segundo o Commerzbank.
Para Khan, incertezas em torno da resolução do impasse em Escondida e a possibilidade de que ocorram "paralisações solidárias" em outras partes devem sustentar os preços na LME "no nível de US$ 6.000", por enquanto.
Entre outros metais na LME, o viés era majoritariamente negativo. O alumínio caía 0,5% no horário citado acima, a US$ 1.812,00 por tonelada, enquanto o chumbo recuava 1%, a US$ 2.388,50 por tonelada, o estanho tinha queda marginal de 0,1%, a US$ 19.870,00 por tonelada, e o zinco diminuía 0,5%, a US$ 2.851,50 por tonelada. Única exceção, o níquel subia 0,7%, a US$ 10.035,00 por tonelada. 
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