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Porto Alegre, quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017. Atualizado às 00h04.

Jornal do Comércio

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 23/02/2017. Alterada em 23/02 às 00h04min

Cachorros X Crianças

Ofereço um contraponto ao comentário do leitor Manoel Ricardini, publicado na coluna Palavra do Leitor, (Jornal do Comércio, edição de 21/02/2017) sob o título "Cachorros x Crianças". Num trecho, ele diz "...tratar animais como se fossem humanos me parece um exagero. Temos tantas crianças passando fome, tantos nenês órfãos esperando adoções e há casais que gastam bastante para cuidar de gatos e cachorros". O autor coloca na mesma seara animais e seres humanos. Isso é absurdo. Sou mãe de um menino e "mãe de bichos". Nenhum deles eu pari, mas garanto que as motivações para tê-los em minha vida não se confundem. Trato meus "filhos peludos" com muito carinho e gasto muito dinheiro com ração, veterinário e outros cuidados, mas isso nem de longe se compara ao amor que sinto pelo meu filho. Quando se trata de um ser humano, a adoção é apenas um meio para alguém realizar o sonho de ser mãe/pai assim como é a gestação (natural ou por inseminação artificial). Embora seja um ato altruísta, quem deseja adotar uma criança visando proporcionar-lhe melhores condições de subsistência não está apto a exercer o papel de mãe/pai. A essas pessoas, aconselho a adotar um gato ou um cachorro porque lhes falta o entendimento básico de que uma criança, mesmo que em situação de risco ou sob a tutela do Estado (abrigo), é um ser humano e como tal anseia por afeto e não caridade; por respeito e não piedade; por algo que alimente a alma e não apenas o corpo (há quem chame isso de amor). Filho (tenha ele o DNA dos pais ou não) é uma bênção e uma responsabilidade para o resto da vida, por isso não basta ter condições financeiras. É preciso ter condições morais, afetivas e espirituais para conduzi-lo neste mundo cada vez mais caótico. (Andrea Guerreiro de Souza, Porto Alegre)
Desmatamento
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