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Porto Alegre, terça-feira, 14 de fevereiro de 2017. Atualizado às 21h29.

Jornal do Comércio

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 15/02/2017. Alterada em 14/02 às 22h29min

Um Estado estranho

O Rio Grande do Sul é um estado muito estranho. Não apenas pelo sotaque no dialeto "brasilês", mas pelas esquisitices do povo que nasce ou migra para ele. Louvamos e comemoramos a avassaladora derrota na Revolução Farroupilha; protestamos destruindo o Estado com eleições sucessivas de integrantes de partidos que adoram subversão e guerrilhas. Não admitimos, mas agimos como a maioria dos argentinos que se consideram "europeus desgarrados", representantes autênticos da Europa nos confins do Terceiro Mundo. Aqui, consideramo-nos ladies e gentlemen no meio da "indiada". O Estado mais politizado do Brasil, mas mal sabemos soletrar "Ordem e Progresso". É como o efeito Coca-Cola, refrigerante que sempre foi relegado a segundo lugar na preferência, quando comparado com o maior concorrente, a Pepsi, ao contrário do restante do País, onde o maior fabricante do mundo deste tipo de bebida sempre foi líder. O RS sempre foi a exceção. Na verdade, nunca fomos melhores em nada, apenas inflados pelo excesso de arrogância e muita inveja dos estados do Sudeste. Tanto que lutamos bravamente para desbancar o Rio de Janeiro, e conseguimos. Alcançamos o topo e nos tornamos o estado campeão da violência urbana. Somos a expressão máxima do triunfo das nulidades. (Gilnei Lima, jornalista)
Donald Trump
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