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Porto Alegre, quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017. Atualizado às 00h04.

Jornal do Comércio

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Patrícia Knebel

Mercado Digital

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Notícia da edição impressa de 23/02/2017. Alterada em 22/02 às 22h21min

Gigantes e startups unidas

A gaúcha Ecoterra Bio, de Santa Cruz do Sul, é uma das oito startups com projetos aprovados no Mining Lab, iniciativa da Votorantim Metais para apoiar empreendedores a desenvolver inovações tecnológicas para a indústria da mineração e metalurgia. O projeto prevê o fornecimento de biometano para substituição do gás natural utilizado nas caldeiras da unidade da companhia de Juiz de Fora (MG) a partir de resíduos de caixa de gordura. As grandes corporações descobriram o caminho do ouro e intensificam as parcerias em busca de novas ideias. Por um lado, isso dá aos players tradicionais um ânimo inovador. De outro, espera-se que a aproximação com gigantes possa ajudar as nascentes a tomarem corpo - e, de quebra, fazer com que o Brasil consiga formar startups capazes de marcar presença global. A Pesquisa de Inovação (Pintec) 2014 do IBGE mostra um aumento da inovação para o mercado mundial, ou seja, de empresas brasileiras que estão criando soluções que ninguém está fazendo. Só na indústria, esse índice passou de 0,7% em 2008 para 1,4% em 2014. "Ainda é muito baixo, mas já é o dobro do que tínhamos, o que pode indicar mais competitividade internacional", observa a técnica de planejamento e pesquisa do Ipea, Graziela Ferrero Zucoloto.
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