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Porto Alegre, segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017. Atualizado às 08h49.

Jornal do Comércio

Colunas

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Fernando Albrecht

Começo de Conversa

Notícia da edição impressa de 20/02/2017. Alterada em 20/02 às 08h54min

O retorno do bambolê I

Brinquedo tem origem de três mil anos, conforme colunista

Brinquedo tem origem de três mil anos, conforme colunista


FERNANDO ALBRECHT/ESPECIAL/JC
Há mais de 3 mil anos, as crianças egípcias já brincavam com ele, imitando os artistas que dançavam com aros feitos de junco, mas comercialmente ele foi lançando em 1958. Sucesso absoluto. Em menos de quatro meses, o brinquedo de plástico vendeu 24 milhões de peças.

O retorno do bambolê II

A moda vai, a moda volta, e, embalada pela tendência retrô que grassa em todas as áreas, o brinquedo (bambolear=gingar) já faz sucesso em São Paulo nesse retorno. Chega em breve na Capital, acha a vendedora Melissa, que vende bambolê de vários tamanhos e preços na Praça da Alfândega.
 

Quase inquebrável

Que os rolos desdobrados da Odebrecht dariam para cobrir ida e volta até Marte todos sabem, e não param de surgir novos nacionais e internacionais, alvo que é de investigações em 11 países. O assombro é que ela ainda não tenha quebrado de vez. É muito grande para quebrar ou está capitalizada também daqui a Marte.

A reação

O Grupo Vizinhança na Calçada convida os irmãos de infortúnio para a Audiência Pública sobre Segurança, na Assembleia Legislativa hoje, às 16h. "Só ficar com medo e reclamando não resolve nada", diz uma moradora que integra o grupo.

Toma lá, dá cá

O STF decidiu que os presos têm direito à indenização quando os presídios estiverem em más condições, como estão. Ótimo. Então quem perdeu um familiar assassinado por um detento também pode exigir indenização ao autor que foi indenizado por condições precárias na cadeia onde cumpre pena?

Realidade nua e crua

O Simecan convidou os vereadores canoenses para um almoço na sede da entidade. O objetivo foi conhecer melhor os planos do Legislativo para este ano, além de informar a realidade das indústrias metalmecânicas e eletroeletrônicas de Canoas e Nova Santa Rita, já que se completam três anos consecutivos de queda da produção industrial no Rio Grande do Sul.

Último mundo

Do ponto de vista de pavimentação, Porto Alegre é um desastre. Há décadas que corremos atrás da máquina, tapando buracos e maquiando o asfalto tosco. À observação, não falta alguém do poder público alegar que não estamos no primeiro mundo. Ué! Mas nós não pagamos impostos de primeiro mundo?

Esclarecimento

Como consta da matéria publicada na página 19 do JC, a dívida da prefeitura de Porto Alegre com as chamadas Obras da Copa é de R$ 45 milhões. Para a conclusão de todas as obras, que estão paradas ou ainda nem começaram, o valor chega a R$ 237 milhões. Mas parece evidente, como constou na capa do JC, que sem os R$ 45 milhões não haverá conclusão de nenhum dos projetos do conjunto.

Farol musical

pg3 conjunto de choro Naquele Tempo - fernando albrecht

FERNANDO ALBRECHT/ESPECIAL/JC
Estamos aqui a serviço do choro. É assim que a percussionista Thayãn apresenta o grupo de Choro "Naquele Tempo" (051 99645-6686). E como estão. O Centro Histórico está tão entregue às baratas que um farol como esses ases do chorinho ilumina o rosto das pessoas que os ouvem. Estão na Esquina Democrática às quintas e sextas-feiras, em torno do meio-dia.

Miúdas

  • REVOLTADOS, moradores de alguns bairros estão saindo à rua de noite para caçar assaltantes.
  • TURISTAS estrangeiros começam o ano gastando mais no Brasil. E nós, gastando menos.
  • ESCADAS rolantes da Estação Centro do Trensurb em São Leopoldo não funcionam há anos.
  • FALTAM duas semanas para os gnus fazerem a rota de migração do Litoral de volta às cidades de origem.
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Comentários
Sergio 20/02/2017 08h45min
""Toma lá, dá cá"" - Muito bem lembrado, os "direitos humanos" SEMPRE ao lado dos facínoras. Logo, logo irão exigir celas com ar condicionado, serviço de quarto e outras mordomias. Viva o Brasil.