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Porto Alegre, terça-feira, 07 de março de 2017. Atualizado às 23h31.

Jornal do Comércio

JC Contabilidade

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Perspectiva

Notícia da edição impressa de 08/03/2017. Alterada em 07/03 às 19h22min

O que o contribuinte pode esperar do Fisco em 2017

O ano novo fiscal começou a todo vapor, conforme previa o script de 2016. Ainda enfrentando um cenário político desafiador e um ambiente econômico que começa a dar seus primeiros suspiros, o Estado brasileiro continua focado no aumento de receita, investindo em tecnologia de apuração e cruzamento de dados para garantir uma maior arrecadação com tributos. Se a meta do fisco é aumentar a rigidez das fiscalizações, o que o empresário pode esperar para o ano de 2017? Veja quais são os principais desafios fiscais, contábeis e trabalhistas na lista da Synchro:
Mudança no Sistema Harmonizado de Designação e de codificação de mercadorias: Adotado em mais de 200 administrações aduaneiras, o SH teve um grande número de alterações repercutidas em 2017. Com quase 200 NCMs (Nomenclatura Comum do Mercosul) alteradas, a Tabela Externa Comum (TEC) foi o elemento em que houve mais mudanças. Segundo Leonel Siqueira, Gerente Tributário da Synchro: " Os principais impactos nessa mudança são com relação ao II e ao IPI, já que a Tabela do IPI (TIPI) tem como base de tributação as NCMs decorrentes da TEC. Para não acabar cometendo erros, as empresas devem ficar atentas aos NCMs corretos, além de dar atenção especial à classificação fiscal de suas mercadorias".
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