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Porto Alegre, domingo, 26 de fevereiro de 2017. Atualizado às 21h01.

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Consumo

Notícia da edição impressa de 27/02/2017. Alterada em 24/02 às 15h53min

Setor esportivo quer retomada

Atletas divulgaram novos uniformes da Nike para as Olimpíadas 2016

Atletas divulgaram novos uniformes da Nike para as Olimpíadas 2016


NIKE/DIVULGAÇÃO/JC
Os dois maiores eventos esportivos do calendário mundial - Copa do Mundo e Olimpíada - não conseguiram evitar que o segmento de vestuário e calçados esportivos no Brasil sofresse uma goleada da recessão. Em 2014, ano do mundial de futebol, o setor registrou R$ 25,46 bilhões em vendas no País - bem acima dos R$ 19,50 bilhões registrados em 2011 - resultado de um ritmo de crescimento anual que beirava 10%, segundo dados da consultoria Euromonitor. De lá para cá, a trajetória é de queda.
A previsão para este ano é de retomada da taxa positiva, com um tímido avanço de 1,3% - ante um tombo de 6,5% em 2016. Se a estimativa se confirmar, baterá R$ 23,39 bilhões em vendas em 2017, patamar similar ao de 2013. Desempenho como o de 2014, porém, só deve ser registrado em 2020. "A crise se sobrepõe mesmo a eventos como Copa do Mundo e Olimpíada. Em maio de 2015, o varejo travou, afetando todos os segmentos. As empresas frearam ou suspenderam investimentos. No segmento de artigos esportivos, as vendas de vestuário e calçados são 80% do negócio. Neste início de ano, já há estimativa de retomada", diz Marcelo Prado, sócio-diretor da Iemi - Inteligência de Mercado.
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