Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sábado, 21 de janeiro de 2017. Atualizado às 12h14.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

STF

21/01/2017 - 13h05min. Alterada em 21/01 às 13h17min

Imprensa tem acesso restrito ao velório de Teori Zavascki

Emocionado, Toffoli falou para a imprensa no final da manhã

Emocionado, Toffoli falou para a imprensa no final da manhã


JEFFERSON BERNARDES/AFP/JC
O velório do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, relator da Lava Jato, falecido na última quinta-feira (19), ocorre na manhã deste sábado, no plenário do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre. O corpo de Teori chegou por volta das 8h30min ao local, acompanhado de escolta. A ministra Cármen Lúcia veio na mesma comitiva.
Nas primeiras horas da manhã, o acesso ao plenário do TRF4, onde acontece o velório, ficou restrito a familiares e amigos. A visitação ao público, aberta próxima ao meio-dia, ficou condicionada à lotação do plenário, o que gerou algumas pequenas filas.
A imprensa até o momento não foi autorizada a entrar no local. Posicionada num espaço externo, os jornalistas tem registrado os pronunciamentos de autoridades presentes na cerimônia.
Um dos primeiros a falar foi o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos julgamentos da Operação Lava Jato em 1ª instância. Em um rápido depoimento, prejudicado por problemas de microfonia na sala, Moro disse que Teori Zavaski foi "um verdadeiro herói" e que sua morte causa "grande desolação na magistratura".
Também falaram com a imprensa pela manhã e pouco depois do meio-dia o presidente do TRF4, Luiz Fernando Penteado, o prefeito de Faxinal dos Guedes, Gilberto Angelo Lazzari, o ministro do Superior Tribunal de Justiça Paulo Sanseverino, o ex-senador e governador do Estado Pedro Simon e os ex-deputado estadual Paulo Odone, que foi sócio de Teori em um escritório de advocacia em Porto Alegre.
O primeiro ministro do STF a se dirigir a imprensa foi José Dias Toffoli. Visivelmente emocionado, Toffoli afirmou que a morte de Teori Zavascki é para ele uma "perda pessoal" e que a "seriedade", "simplicidade" e "humildade" dele marcarão "para sempre a Justiça brasileira".
Perguntado sobre o futuro da Operação Lava Jato, Toffoli respondeu que não é momento para discutir como ficará a relatoria da a partir de agora. Além de Toffoli e Cármen Lúcia, são esperadas também as presenças no velório dos ministros do Supremo Edson Fachin, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes.
O presidente Michel Temer (PMDB) deve chegar pouco depois das 13h e fará um pronunciamento à imprensa no início da tarde.
Já a ex-presidente Dilma Rousseff não comparecerá ao velório e enterro. Sua assessoria informou à Folha de S.Paulo que ela está em viagem na Espanha, onde fará uma palestra na cidade de Sevilha.
O enterro de Teori Zavascki acontecerá a partir das 18h, no cemitério Jardim da Paz, no bairro Agronomia, em Porto Alegre.
Com reportagem de Bruna Suptitz e informações das agências Folhapress, Estadão Conteúdo e Agência Brasil.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia