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Porto Alegre, quarta-feira, 18 de janeiro de 2017. Atualizado às 07h39.

Jornal do Comércio

Política

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sistema carcerário

17/01/2017 - 16h25min. Alterada em 17/01 às 20h01min

Planalto confirma que Forças Armadas vão atuar em presídios para inspeções

Temer afirmou que as Forças Armadas vão atuar dentro dos presídios brasileiros para ajudar nas inspeções

Temer afirmou que as Forças Armadas vão atuar dentro dos presídios brasileiros para ajudar nas inspeções


Beto Barata/PR/Divulgação/JC
O Palácio do Planalto confirmou nesta terça-feira (17) que as Forças Armadas vão atuar dentro dos presídios brasileiros para ajudar nas inspeções. O porta-voz do presidente Michel Temer, Alexandre Parola, afirmou que o governo decidiu lançar mais medidas de apoio aos Estados por considerar que a crise do sistema penitenciário ganhou "contornos nacionais".
"Em iniciativa inovadora, o presidente da República coloca à disposição dos governos estaduais o apoio das Forças Armadas. A reconhecida capacidade operacional de nossos militares é oferecida aos governadores para ações de cooperação específicas em penitenciárias. Haverá inspeções rotineiras dos presídios com vistas à detecção e à apreensão de materiais proibidos naqueles instalações", disse.
Segundo Parola, a operação "visa a restaurar a normalidade e os padrões básicos de segurança dos estabelecimentos carcerários brasileiros". A ação só será possível se os governadores concordarem com a presença dos militares nos presídios, a fim de não prejudicar a atuação dos governos estaduais, que são os responsáveis constitucionais pelos estabelecimentos carcerários.
Temer também determinou a criação de uma comissão para reformar o Sistema Penitenciário brasileiro, com integrantes do Executivo, Judiciário, Legislativo e sociedade civil organizada. Parola destacou que está sendo criado ainda comitê de integração e cooperação na área de inteligência composto pelos Ministros da Justiça, da Defesa e do Gabinete de Segurança Institucional, tal como se fez por ocasião dos Jogos Olímpicos.
A reunião do presidente Michel Temer sobre segurança começou com quase uma hora de atraso, por volta das 13 horas. Acompanharam a discussão os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Alexandre de Moraes (Justiça), Raul Jungmann (Defesa), Sergio Etchegoyen (Gabinete de Segurança Institucional), José Serra (Relações Exteriores) e o secretário-executivo da Fazenda, Eduardo Guardia.
Também compareceram à reunião integrantes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Receita Federal, Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e os comandantes da Marinha, Exército e Aeronáutica.
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Comentários
augustavo 17/01/2017 21h11min
E o pessoal dos presídios, que trabalha diretamente com a realidade e o problema, nem foi convidado.