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Porto Alegre, quarta-feira, 25 de janeiro de 2017. Atualizado às 23h00.

Jornal do Comércio

Opinião

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Artigo

Notícia da edição impressa de 26/01/2017. Alterada em 25/01 às 23h53min

Acidente, incidente ou atentado?

João Gomes Mariante
A morte do juiz Teori Zavascki, tida por muitos como um mero acidente aéreo, que frequentemente ocorre, não convence, nem se encaixa na percepção dos seres pensantes. Muito embora seja prematura, qualquer conclusão definitiva se faz presente, não obstante ser temporã, a de um crime perfeito. Essa ocorrência delituosa tem sido observada ao longo da história. Ocorreu na era Fernando Collor, com o assassinato de seu íntimo confidente denominado PC Farias, tido como suicídio, e sobre o qual paira a senha de mistério, silêncio e perplexidade.
O juiz Teori Zavascki - individualidade simbólica, imagem do verídico, do autêntico e justo - foi abatido, mas não apagado. O significado de suas sentenças, ações e decisões na Justiça era sempre concentrado nos autos, procedimento este de sua preferência, evitando assim a extravasão, nem sempre adequada, injusta ou comprometedora. O inolvidável juiz será sempre um símbolo, porque o símbolo será sempre eterno, traduz a imagem e a expressão mais alta daquele significado, ao qual os refinados ególatras recorriam para evocar estados imprecisos e vagos da consciência humana. Valiam-se ainda dos símbolos para traduzir metáforas e ideias. As religiões gregas e outras mais conceituadas, bem como certos movimentos litúrgicos, com caráter dogmático, moral e ético, deles não abriam mãos.
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