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Porto Alegre, segunda-feira, 16 de janeiro de 2017. Atualizado às 12h53.

Jornal do Comércio

Opinião

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Notícia da edição impressa de 16/01/2017. Alterada em 16/01 às 13h55min

Um equilíbrio mais que necessário

Henry Chmelnitsky
É um perfil tão desejado quanto difícil de ser encontrado na prática: aquele que une a competência técnica e a sensibilidade política. Não basta apenas a expertise técnica, por mais que ela tenha nível elevado, assim como não é suficiente somente a compreensão dos fatores políticos, ainda que seja a mais ampla e correta.
Complementaridade é um dos elementos fundamentais dessa equação. É preciso que o “técnico” esteja comprometido com o projeto de governo; é necessário que o “político” lidere a conquista de resultados tangíveis e coerentes com o rol de prioridades estabelecidos pelo governo do qual faz parte. A combinação de conhecimento técnico e sensibilidade política nunca foi tão importante. Vivemos época de crises sem precedentes, que exige do técnico todo o conhecimento necessário para planejar e tomar decisões certeiras. E exige do político ainda mais capacidade e sensibilidade para liderar mudanças imprescindíveis.
Estamos dando início a mais uma gestão municipal. Pelas primeiras escolhas do prefeito (Nelson Marchezan Júnior, PSDB), é possível perceber uma opção por perfis técnicos. Parece promissor e é louvável. Nos resta saber se esses profissionais terão a liderança necessária que suas pastas exigirão no amanhã, já que é sabido que se avizinham tempos difíceis também para as finanças da Capital.
Como empresário, representante de um setor que emprega mais de 100 mil pessoas em Porto Alegre e região metropolitana e, principalmente, como cidadão gaúcho, meu desejo é de que não só a nossa cidade, mas nosso estado e país possam encontrar lideranças capazes de não apenas reunir suas capacidades técnicas para promover mudanças indispensáveis, mas de pacificar relações. É desse perfil que precisamos cada vez mais.
Presidente do Sindicato de Hospedagem e Alimentação de POA e Região
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