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Porto Alegre, terça-feira, 03 de janeiro de 2017. Atualizado às 07h19.

Jornal do Comércio

Geral

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segurança pública

Alterada em 03/01 às 08h22min

Policiais civis gaúchos deflagram greve devido ao atraso de salários

Embora um novo ano tenha começado, os problemas enfrentados pelos servidores públicos gaúchos continuam. Ontem, a Polícia Civil entrou em greve, mantendo somente o percentual de 30% dos serviços para atendimento de casos graves, como crimes e atentados contra a vida e contra mulheres, idosos, crianças e adolescentes.
A paralisação tem como objetivo protestar contra o atraso dos salários e o parcelamento do 13º salário. Na sexta-feira, o Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Rio Grande do Sul (Sinpol-RS) se reuniu com o chefe da Polícia Civil, delegado Emerson Wendt, para falar sobre a tensão emocional vivenciada pelos servidores, que se encontram sem condições financeiras de planejar o sustento das famílias.
Ainda na sexta-feira, a presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, deu liminar para suspender um conjunto de decisões do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul que determinavam o pagamento do 13º salário a diversas categorias de servidores. Para a ministra, o Estado "apresentou documentos suficientes para comprovar sua situação de dificuldade financeira, indicando que o pagamento implicaria descumprir as demais obrigações com os cidadãos".
No caso, o governo do Rio Grande do Sul demonstrou que as liminares concedidas pelo presidente do Tribunal de Justiça, Luiz Felipe Silveira Difini, implicariam gastos de R$ 700 milhões, de um total de R$ 1,23 bilhão necessário para pagar o 13º de todos os servidores.
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