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Porto Alegre, terça-feira, 31 de janeiro de 2017. Atualizado às 21h42.

Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura

Notícia da edição impressa de 01/02/2017. Alterada em 31/01 às 21h19min

Governo trabalha com'20 hipóteses' de ajustes

Medidas microeconômicas buscam criar novos empregos, diz ministro

Medidas microeconômicas buscam criar novos empregos, diz ministro


MARCELO CAMARGO/ABR/JC
O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou que o governo trabalha com "umas 20 hipóteses" de medidas microeconômicas para criar empregos no País. Durante a abertura da reunião dos grupos de trabalho do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, o Conselhão, em Brasília, Padilha afirmou que não anunciaria ainda nenhuma medida nova, mas que as hipóteses estão sendo consideradas e que o governo quer ouvir sugestões do Conselhão.
"Temos que ter medidas que agora, neste momento, ajudem a gerar emprego", afirmou, conforme vídeo do discurso de Padilha divulgado pela NBR. "Nós precisamos ter outras medidas e estamos trabalhando com umas 20 hipóteses, mas não vou aqui anunciar nada, porque queremos ouvir conselhos", disse, depois de comentar as medidas microeconômicas já anunciadas pelo governo federal - como a liberação de saque das contas inativas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), o que, afirmou o ministro, representa injeção de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no consumo. Comentando a situação do desemprego no País, após a divulgação de que a taxa de desocupação no Brasil ficou em 12% no trimestre encerrado em dezembro, Padilha afirmou que o desemprego "já parou de cair na velocidade que vinha" e que a situação agora está se estabilizando. "Parece que a gente já bateu no fundo e está ainda aplainando, porque o desemprego é o último que vem quando vêm as crises", disse. Padilha não citou diretamente a Pnad Contínua, mas falou que já há indicadores apontando o fim da piora. "De outra parte, na retomada agora, como tem capacidade ociosa, o patrão vai admitir depois da primeira volta neste clico todo (de recuperação) com indústria, comércio e depois serviços."
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