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Porto Alegre, segunda-feira, 30 de janeiro de 2017. Atualizado às 17h55.

Jornal do Comércio

Economia

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petróleo

Alterada em 30/01 às 18h57min

Petróleo fecha em queda com aumento na produção dos EUA

Os contratos futuros de petróleo fecharam em baixa na sessão desta segunda-feira (30), pressionados pelo crescimento da produção americana, que se contrapõe à redução na oferta proporcionada por grandes produtores de petróleo.
O contrato do petróleo WTI para março fechou em baixa de 1,01%, a US$ 52,63 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex). Na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres, o Brent para abril caiu 0,68%, a US$ 55,32 o barril. Já o Brent para março, cujo vencimento ocorre na terça-feira (31), recuou 0,52%, a US$ 55,23 o barril.
No início do dia, o petróleo tentou se recuperar diante das perdas recentes. No entanto, investidores continuaram avaliando o aumento no número de poços e plataformas em atividade nos EUA, mostrado na sexta-feira em relatório divulgado pela Baker Hughes. Segundo a empresa, o número total de poços e plataformas de petróleo em atividade no país subiu 15, para 566 na semana encerrada em 27 de janeiro.
Segundo a US Energy Information Administration, a produção de petróleo dos EUA está, agora, em 8,96 milhões de barris por dia e continua avançando. O ANZ Bank afirmou que a produção americana deve subir em 2017 após quase dois anos de queda na produção, de modo que o impacto sobre os preços do petróleo deve ser modesto.
Nos últimos dias, os preços da commodity operam com volatilidade, com os investidores observando notícias sobre cortes na produção de membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e de alguns países de fora do cartel, além de estarem atentos à produção de xisto nos EUA, que pode estar aumentando devido aos preços do petróleo acima dos US$ 50.
Os participantes do mercado estão mais confiantes em relação à adesão de grandes produtores para reduzirem sua oferta. A Petro-Logistics, empresa de rastreamento de petroleiras, disse na sexta-feira que a Opep está próxima de fazer 75% dos cortes prometidos no ano passado. No entanto, alguns analistas afirmam que um maior corte deverá ser feito. "Não apenas a implementação total do corte tem que ser vista. É necessário saber se a redução será sustentada por um longo período de tempo", afirmou Gene McGillian, gerente de pesquisas da Tradition Energy.
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