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Porto Alegre, quinta-feira, 26 de janeiro de 2017. Atualizado às 15h05.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 26/01 às 16h07min

Bolsas da Europa fecham sem sinal único, com foco em balanços e Brexit

As principais bolsas europeias fecharam sem sinal único nesta quinta-feira (26). Os investidores reagiram a resultados corporativos, além de monitorar o processo de saída do Reino Unido da União Europeia, o chamado Brexit. O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,25% (0,91 pontos), em 367,50 pontos.
No Reino Unido, a premiê Theresa May enviou ao Parlamento o projeto de lei para dar inicial oficial ao processo de saída do país da UE. O governo estabeleceu cinco dias ao longo das próximas duas semanas para a aprovação da lei, um ritmo mais rápido que o normal para o Legislativo do país. Dados oficiais de hoje mostraram que o Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido cresceu à taxa anualizada de 2,4% no quarto trimestre de 2016, sugerindo que o país estava entre os que cresceram mais entre as principais economias no ano passado, apesar das previsões de uma forte desaceleração após o Brexit.
Algumas companhias importantes também divulgaram balanço, como Unilever e Fiat Chrysler. Na agenda de indicadores, o índice de confiança do consumidor da Alemanha elaborado pelo instituto GFK subiu de 9,9 em janeiro para 10,2 na pesquisa para fevereiro, acima da previsão de 10,0 dos analistas.
Na bolsa de Londres, o índice FTSE-100 fechou em queda de 0,04%, em 7.161,49 pontos. No setor bancário, Lloyds subiu 0,96% e Barclays teve alta de 0,65%. No setor de mineração, porém, Glencore e Antofagasta recuaram 2% e 2,39%, respectivamente, em dia negativo para o metal.
Em Frankfurt, o índice DAX fechou em alta de 0,36%, chegando a 11.848,63 pontos. Commerzbank subiu 1,21% e Deutsche Bank avançou 0,21%, entre os bancos, mas no setor de energia E.ON teve baixa de 0,12%. Thyssenkrupp recuou 1,30%, mas Basf subiu 0,55%.
No mercado acionário de Paris, o índice CAC-40 caiu 0,21%, para 4.867,24 pontos. O papel do Crédit Agricole subiu 0,32%, mas o do BNP Paribas teve baixa de 1,20%. A petroleira Total recuou 0,45%. A montadora Peugeot teve queda de 0,73% e Carrefour caiu 0,85%.
Na Itália, o índice FTSE-MIB fechou em queda de 0,73%, em 19.439,65 pontos. O setor bancário se saiu mal, com Intesa Sanpaolo em baixa de 2,17% e Banco BPM, de 3,96%. Já Fiat Chrysler subiu 1,18%, após divulgar balanço no qual dobrou seu lucro líquido na comparação anual para o quarto trimestre de 2016, com cortes de custos. A petroleira Eni caiu 1,32%.
Na bolsa de Madri, o IBEX-35 recuou 0,38%, para 9.512,80 pontos. Entre as ações mais negociadas, Urbas Grupo Financiero, Santander e Banco Popular Español caíram 4,17%, 0,17% e 0,89%, respectivamente. No setor de energia, Iberdrola teve queda de 0,49%.
Em Lisboa, o índice PSI-20 avançou 0,20%, para 4.583,03 pontos. Banco Comercial Português teve queda de 2,07%, mas Altri subiu 1,90% e EDP-Energias de Portugal avançou 0,56%. 
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