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Porto Alegre, terça-feira, 24 de janeiro de 2017. Atualizado às 18h48.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 24/01 às 19h52min

Bolsas sobem em Nova Iorque em reação a promessas de Trump

As bolsas de Nova York fecharam em alta na sessão desta terça-feira (24), apoiadas por ações de companhias ligadas ao setor financeiro e do setor de tecnologia, que aceleraram os ganhos ao longo do pregão. Dados positivos da economia americana e promessas do novo presidente dos EUA, Donald Trump, também contribuíram para as altas dos mercados acionários americanos.
O índice Dow Jones encerrou o pregão em alta de 0,57%, aos 19.912,71 pontos. O S&P 500 avançou 0,66%, para 2.280,07 pontos, e o Nasdaq subiu 0,86%, para 5.600,96 pontos. Nasdaq e S&P 500 renovaram seus recordes de fechamento nesta sessão e chegaram a bater máximas históricas intraday.
Novos decretos assinados por Trump fizeram com que as bolsas de Nova Iorque reagissem positivamente. O presidente americano assinou uma ordem para tornar mais rápidos processos para revisões ambientais e aprovações de projetos no país. Além disso, Trump determinou o prosseguimento da construção dos oleodutos Keystone e Dakota Access. A medida fez com que companhias ligadas ao setor de energia avançassem. A Chevron subiu 0,87% e a ConocoPhillips ganhou 0,68%.
No início do dia, pouco antes da abertura dos mercados, Trump se reuniu com CEOs de companhias do setor automobilístico. O republicano afirmou que seu governo está tentando cortar regulamentações e impostos e facilitar processos de autorização para ajudar montadoras e outras empresas que pretendem fazer negócios em solo americano. Com isso, a Fiat Chrysler fechou em alta de 5,89%; a General Motors avançou 0,93% e a Ford subiu 2,44%. Já a Toyota anunciou que iria criar 400 novos empregos e investir US$ 600 milhões em uma fábrica nos EUA. A companhia passou a cair menos durante o pregão, mas fechou em baixa de 0,54%.
Durante a sessão, os setor financeiro intensificou os ganhos, assim como o setor de tecnologia. O Goldman Sachs subiu 0,48%; o JPMorgan avançou 1,19%; e o Citigroup teve alta de 1,91%. Entre as empresas relacionadas ao setor de tecnologia, o Google ganhou 0,62% e a Netflix teve expansão de 1,98%.
Entre os dados da economia americana divulgados nesta terça-feira (24), a leitura preliminar do índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) da indústria americana de janeiro subiu de 54,3 em dezembro para 55,1. Analistas ouvidos pelo Wall Street Journal previam aumento menor, a 54,4.
Balanços corporativos também impulsionaram os índices acionários dos EUA. Hoje, a DuPont anunciou lucro de US$ 263 milhões no quarto trimestre do ano passado, revertendo prejuízo registrado no mesmo período de 2015. As ações da companhia avançaram 0,71%. Já a Travelers Companies, maior seguradora americana em termos de capitalização de mercado, anunciou ter registrado recorde no lucro líquido e no lucro operacional no quarto trimestre, apesar de resultados ruins na venda de seguros para veículos. Com isso, a Travelers fechou em baixa de 1,05%.
Ainda na manhã desta terça-feira (24), a Johnson & Johnson divulgou que teve lucro líquido de US$ 3,81 bilhões no quarto trimestre de 2016, maior que o ganho observado no mesmo período de 2015. Na mesma comparação, o lucro por ação subiu de US$ 1,15 para US$ 1,38. No entanto, a projeção dos analistas eram mais otimistas. Diante disso, a companhia fechou em queda de 1,89%. Por sua vez, a Verizon recuou 4,37% nesta terça-feira, em seu pior dia desde agosto de 2011, após ter registrado a terceira queda consecutiva em receitas do quarto trimestre. 
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