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Porto Alegre, terça-feira, 24 de janeiro de 2017. Atualizado às 16h13.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 24/01 às 17h17min

Maioria das Bolsas da Europa fecha em alta; Londres é exceção

As principais bolsas europeias fecharam em alta nesta terça-feira, 23, com a exceção de Londres, que ficou praticamente estável. Os mercados acionários reagiram a notícias de empresas e a indicadores, além de manter o foco sobre a decisão judicial relativa ao processo de saída do Reino Unido da União Europeia, o chamado Brexit. Além disso, o avanço das commodities beneficiou papéis do setor.
O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,22% (0,79 pontos), em 361,80 pontos.
A Suprema Corte do Reino Unido decidiu nesta terça-feira que o governo da premiê Theresa May precisará consultar o Parlamento antes de iniciar o processo de saída do país da UE. A notícia pesou sobre a libra, mas chegou a beneficiar as ações na Bolsa de Londres. Além de poder atrasar o início do Brexit, a decisão judicial pode suavizar os termos anunciados pela própria May na semana passada em Davos.
Na agenda de indicadores, o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da Alemanha caiu de 55,2 em dezembro para 54,7 em janeiro, ao menor nível em quatro meses. O PMI composto da zona do euro também recuou, de 54,4 em dezembro para 54,3 em janeiro, ante previsão de 54,5 dos analistas ouvidos pelo Wall Street Journal.
Na Bolsa de Londres, o índice FTSE-100 fechou em queda de 0,01%, em 7.150,34 pontos. O papel do BT Group foi destaque negativo e teve baixa de 20,79%, após a informação de que na Itália os negócios da empresa sofreram com erros muito maiores do que o previsto até então.
Entre as mineradoras, por outro lado, Glencore subiu 2,03%, Anglo American teve alta de 5,92% e Antofagasta avançou 4,37%, em jornada positiva para o cobre. A petroleira BP subiu 0,52%, porém Vodafone Group caiu 1,89%.
Em Frankfurt, o índice DAX avançou 0,43%, para 11.594,94 pontos. No setor bancário, Commerzbank e Deutsche Bank subiram 0,62% e 2,72%, respectivamente. No setor de energia, porém, E.ON caiu 0,61%.
Na Bolsa de Paris, o CAC-40 subiu 0,18%, para 4.830,03 pontos. O PMI composto da França destoou dos demais e avançou de 53,1 em dezembro para 53,8 em janeiro, no maior patamar em 67 meses. Entre as ações, a petroleira Total subiu 0,33%.
No setor bancário, Crédit Agricole e Société Générale avançaram 1,53% e 2,15%, respectivamente. Peugeot teve ganho de 3,70%, após o jornal francês Les Echos informar que a montadora deve fabricar carros na Índia com um parceiro local, o CK Birla Group.
O índice FTSE-MIB, da Bolsa de Milão, fechou em alta de 0,89%, para 19.499,54 pontos. Entre as ações mais negociadas, Assicurazioni Generali subiu 8,21% e Saipem teve alta de 0,44%, mas Intesa Sanpaolo caiu 4,42% e Telecom Italia recuou 1,07%. Fiat subiu 5,91%, após o presidente da empresa se reunir com o novo presidente dos EUA, Donald Trump. O republicano prometeu reduzir regulações e impostos nesse encontro.
Em Madri, o índice IBEX-35 também subiu 0,89%, chegando a 9.387,20 pontos. No setor bancário, Santander subiu 2,24% e Banco Popular Español avançou 0,72%, enquanto BBVA teve ganho de 2,97%. Por outro lado, Urbas Grupo Financiero recuou 4,00%.
Na Bolsa de Lisboa, o índice PSI-20 teve ganho de 0,37%, para 4.576,74 pontos. A ação do Banco Comercial Português caiu 3,83% e a do Banco BPI recuou 0,09%, mas Altri subiu 1,76% e EDP Renováveis teve alta de 4,38%. 
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