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Porto Alegre, segunda-feira, 23 de janeiro de 2017. Atualizado às 21h48.

Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura Internacional

Notícia da edição impressa de 24/01/2017. Alterada em 23/01 às 21h32min

Venezuela é o país que mais preocupa no continente, afirma Fundo Monetário

O diretor do Departamento do Hemisfério Ocidental do FMI, Alejandro Werner, segue pessimista com a Venezuela, que depois de ter uma recessão de 6,2% em 2015, e de 12% no ano passado, deve ter uma nova retração de 6% neste ano e de 3% em 2018. Ele lembrou que a hiperinflação está crescendo e deve superar os quatro dígitos neste ano - ou seja, superar os 1.000%. " No acumulado, a economia da Venezuela vai se retrair algo em torno de 30%", disse.
"Nos Estados Unidos, permanece a incerteza em torno das possíveis mudanças econômica, mas é provável que a política fiscal passe a ser expansionista e a política monetária deve se tornar mais austera antes do previsto, devido a um aumento da demanda e à pressão inflacionária", escreveu Werner em seu blog, nesta segunda-feira, mas o resultado pode ser nulo para a região. "O estímulo positivo gerado pelo aumento da demanda previsto nos Estados Unidos poderia ser neutralizado pela elevação das taxas de juros mundiais e pela incerteza decorrente de possíveis mudanças na política comercial e imigratória dos Estados Unidos, sobretudo para o México."
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