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Porto Alegre, quinta-feira, 19 de janeiro de 2017. Atualizado às 22h09.

Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura Internacional

Notícia da edição impressa de 20/01/2017. Alterada em 19/01 às 20h46min

Para BCE, não há sinais de alta na inflação europeia

O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, afirmou que ainda não vê sinais convincentes sobre a tendência de alta da inflação. Em coletiva marcada por um tom mais favorável à manutenção dos estímulos, o dirigente afirmou que a redução do volume de compras mensais da instituição não foi discutida, mas que, se necessário, o BCE "agirá usando todos os instrumentos disponíveis".
Draghi concedeu coletiva após o BCE manter suas taxas de juros inalteradas e reafirmar seu plano de reduzir o volume de compras de seu programa de relaxamento quantitativo a partir de abril. O presidente do BCE reiterou ser necessário um grau "substancial" de acomodação monetária, dadas as perspectivas ainda negativas para a inflação e os riscos para a perspectiva de crescimento, que ainda estão inclinados para baixo. Ele admitiu, por outro lado, que sinais de uma recuperação global "um pouco mais forte" surgiram nos últimos tempos, e que famílias e empresas se beneficiam de melhores condições de financiamento no momento. A inflação, no momento, está sendo impulsionada pelos preços de energia. "À medida que a recuperação se firme, as taxas reais vão subir", disse, acrescentando que o risco de deflação desapareceu, em parte.
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