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Porto Alegre, segunda-feira, 16 de janeiro de 2017. Atualizado às 09h53.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

16/01/2017 - 10h57min. Alterada em 16/01 às 10h58min

Petróleo opera em baixa no aguardo por relatório da Opep e dólar mais forte

Os contratos futuros do petróleo operam com volatilidade nesta segunda-feira (16), prevalecendo o viés de queda, à medida que os investidores aguardam pelo relatório da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) nesta semana, em busca de pistas adicionais sobre a oferta e a demanda e se os países estão em conformidade com o recente acordo de corte de produção. Além disso, o dólar mais forte contribui para uma pressão de baixa.
Às 10h26min (de Brasília), o Brent para março operava em queda de 0,27%, a US$ 55,30 por barril, na Intercontinental Exchange (ICE). Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o WTI para fevereiro caía 0,29%, a US$ 52,22 por barril.
O principal fator nos mercados de petróleo continua a ser o acordo atingido pelos membros da Opep e vários outros grandes produtores para cortar a produção. Até agora, o acordo foi aderido, com gigantes da energia como a Arábia Saudita e Rússia aliviando suas produções.
A Opep irá divulgar seus dados mensais de produção na quarta-feira, oferecendo pistas iniciais sobre o acordo assinado no final de 2016.
A SEB Markets espera que os preços se mantenham em torno de US$ 55 por barril para o primeiro trimestre de 2017, até que o efeito real dos cortes seja sentido.
O aumento da produção da Opep no final de 2016 elevou os estoques mundiais em 55 milhões de barris, o que significa que há muito petróleo por aí, de acordo com o analista da BGB, Bjarne Schieldrop.
A posse presidencial de Donald Trump na sexta-feira tende a mudar o foco para os EUA. Trump apoia regras mais brandas em perfuração de petróleo dos EUA e falou em sua campanha de acelerar a independência energética dos EUA. Isso poderia significar maior produção e menores importações, prejudicando os produtores estrangeiros que competem pela participação de mercado nos EUA, que é o maior consumidor de petróleo bruto do mundo.
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