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Porto Alegre, terça-feira, 10 de janeiro de 2017. Atualizado às 15h02.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 10/01 às 16h04min

Bolsas da Europa fecham sem sinal único, mas Londres se destaca e avança

As principais bolsas europeias fecharam sem sinal único nesta terça-feira (10). Londres, porém, voltou a ser beneficiada pela fraqueza da libra durante parte da sessão, o que fez o índice FTSE-100 terminar a sessão perto da máxima histórica intraday. Além disso, bancos italianos e o petróleo estiveram no foco dos investidores do continente.
O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,15% (0,56 pontos), em 364,23 pontos.
As incertezas sobre os bancos da Itália voltaram a preocupar, diante de especulações de que o Popolare di Vicenza e o Veneto Banca também podem precisar de resgate oficial, após a ajudada dada no fim do ano passado ao Monte dei Paschi.
Além disso, o petróleo operou em território negativo, por causa de dúvidas sobre se a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) terá sucesso com sua iniciativa de cortar a oferta da commodity para impulsionar os preços. Dados recentes da produção de Iraque e Irã deixaram investidores desconfiados de que o acordo fechado no ano passado pela Opep não seja suficiente para acabar com dois anos de excesso de oferta nesse mercado. Já o cobre subiu com força após dados considerados positivos na inflação na China, o que ajudou as mineradoras.
Na Bolsa de Londres, índice FTSE-100 fechou com ganhos de 0,52%, em 7.275,47 pontos, após bater na máxima intraday 7.284,81 pontos. A libra chegou a bater mínima em dez semanas mais cedo ante o dólar, ampliando as perdas do dia anterior, ainda em reação a declarações da premiê do Reino Unido, Theresa May, sobre a saída do país da União Europeia em breve.
O recuo da libra ajuda as ações de exportadoras do Reino Unido, diante da perspectiva de mais vendas pelo mundo. Além disso, as mineradoras se beneficiaram, em sessão positiva para o cobre: Anglo American subiu 7,19% e Antofagasta ganhou 2,70%. Entre os bancos, Lloyds e Barclays avançaram 2,09% e 0,94%, respectivamente.
Em Frankfurt, o índice DAX fechou em alta de 0,17%, em 11.583,30 pontos. No setor bancário, Commerzbank caiu 0,70% e Deutsche Bank teve recuo de 2,43%. No setor de energia, porém, E.ON subiu 0,56%. A Thyssenkrupp, do setor industrial, avançou 1,93%.
Na Bolsa de Paris, o CAC-40 subiu 0,01%, para 4.888,23 pontos, praticamente estável. ArcelorMittal ganhou 3,6% e Schneider Electric teve alta de 1,3%. Renault, por sua vez, avançou 2,7%, após Exane BNP Paribas melhorar a recomendação do papel. L'Oreal caiu 0,2% depois de anunciar que pretende comprar a CeraVe e duas outras marcas de cuidados com a pele da Valeant Pharmaceuticals por US$ 1,3 bilhão.
Em Milão, o FTSE-MIB se recuperou da fraqueza de mais cedo e subiu 0,33%, para 19.424,19 pontos. No setor bancário, Intesa Sanpaolo caiu 0,32%, UniCredit subiu 0,22% e Banco BPM recuou 0,07%. Telecom Italia avançou 0,73% e Fiat Chrysler teve ganho de 1,10%.
Na bolsa madrilenha, o IBEX-35 teve baixa de 0,43%, para 9.452,00 pontos. O setor bancário se saiu mal: Banco Popular Español, Santander e BBVA recuaram 2,70%, 0,10% e 1,55%, respectivamente. Já no setor de energia a ação da Repsol avançou 1,11%.
O PSI-20, da Bolsa de Lisboa, foi destaque negativo e caiu 1,26%, para 4.618,21 pontos. Banco Comercial Português recuou 11,34%, após anunciar na segunda-feira a venda de novas ações para pagar a ajuda estatal recebida e melhorar sua quota de capital. 
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