Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 10 de janeiro de 2017. Atualizado às 07h42.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Mercado Financeiro

10/01/2017 - 08h43min. Alterada em 10/01 às 08h43min

Grandes bolsas asiáticas fecham em baixa, apreensivas antes de coletiva de Trump

As maiores bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta terça-feira (10), em meio a um clima de apreensão antes de uma coletiva de imprensa do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, a primeira desde sua vitória em novembro.
Trump planeja falar em coletiva apenas amanhã, em horário ainda a ser definido, mas investidores já temem comentários críticos a fabricantes asiáticos que possam comprometer a perspectiva da região.
"Os mercados estão um pouco nervosos", comentou Shusuke Yamada, estrategista-chefe de câmbio do Bank of America Merrill Lynch.
A cautela "pré-Trump" levou o iene a avançar frente ao dólar durante a madrugada, o que pressionou as ações de exportadoras negociadas no Japão. O índice Nikkei caiu 0,79% em Tóquio, a 19.301,44 pontos. Em momentos de incerteza, a moeda japonesa, que é considerada mais segura, tende a se fortalecer em relação à divisa dos EUA. Ontem, a bolsa japonesa não operou devido a um feriado nacional.
Na China, o Xangai Composto recuou 0,3%, a 3.161,67 pontos, diante da queda de papéis de infraestrutura e defesa, enquanto o menos abrangente Shenzhen Composto caiu 0,24%, a 1.989,29 pontos.
Os últimos dados chineses de inflação mostraram que os preços aos produtores subiram bem mais do que o esperado em dezembro, sugerindo que o processo de reflação (inflação característica de períodos de reativação econômica) continua em andamento no setor industrial do país, segundo o HSBC. Por outro lado, há pouco sinal de transferência dessa alta para a economia real, uma vez que os preços aos consumidores avançaram em linha com a previsão de analistas no mês passado, avaliou o banco britânico.
Para o HSBC, o banco central chinês (PBoC) tende a manter condições monetárias "relativamente acomodatícias".
Apesar da desvalorização na China continental, o dia foi positivo em Hong Kong, onde o Taiex avançou 0,83%, a 22.744,85 pontos, e em Taiwan, com alta marginal de 0,08% no Taiex, a 9.349,64 pontos.
Em outras partes da Ásia, o índice sul-coreano Kospi caiu 0,18% em Seul, a 2.045,12 pontos, enquanto o filipino PSEi subiu 1,21% em Manila, a 7.364,34 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana fechou em baixa, interrompendo uma sequência de cinco pregões positivos. O S&P/ASX 200 recuou 0,8% em Sydney, a 5.760,70 pontos, influenciado principalmente pelo fraco desempenho de ações de petrolíferas, depois de os preços internacionais do petróleo caírem quase 4% na sessão de ontem.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia