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Porto Alegre, terça-feira, 03 de janeiro de 2017. Atualizado às 18h59.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

03/01/2017 - 19h59min. Alterada em 03/01 às 19h59min

Bolsas fecham em alta em Nova Iorque no primeiro pregão do ano

As bolsas de Nova Iorque fecharam em alta no primeiro pregão de 2017 impulsionadas por dados positivos da economia americana. Papéis do setor financeiro e do setor farmacêutico influenciaram os mercados nesta terça-feira (3).
O índice Dow Jones fechou em alta de 0,60%, aos 19.881,76 pontos. O S&P 500 subiu 0,85%, aos 2.257,83 pontos, e o Nasdaq ganhou 0,85%, aos 5.429,08 pontos.
Dados da economia americana influenciaram os mercados acionários nesta terça-feira. O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) de dezembro subiu a 54,3, no maior nível em 21 meses, de acordo com a Markit. Já o índice de atividade industrial do ISM subiu a 54,7 em dezembro, acima da previsão de 53,6. Por sua vez, os investimentos em construção nos EUA avançaram 0,9% em novembro na comparação com outubro, ante previsão de alta de 0,5%.
Papéis de empresas ligadas ao setor financeiro também abandonaram os fortes ganhos do início da sessão ao longo da tarde, mas impulsionaram os índices acionários americanos. O Goldman Sachs subiu 0,86%, o Citigroup avançou 1,95%, o Bank of America ganhou 1,95%, o JPMorgan teve alta de 1,11% e o Morgan Stanley teve valorização de 1,89%.
Já ações de empresas ligadas ao setor farmacêutico avançaram na sessão desta terça-feira, com a Amgen subindo 3,09%, a Allergan valorizando 2,94% e a Gilead Sciences ganhando 3,56%. As altas foram registradas no mesmo dia em que se deu a posse do novo Congresso dos EUA, que tem como prioridade desmantelar o Ato de Cuidado Acessível, que ficou conhecido como Obamacare.
Analistas esperam que o rali das bolsas de Nova York continue, citando uma recuperação nos ganhos em relação às últimas sessões de 2016, quando os mercados fecharam em baixa. Os investidores esperam que haja um crescimento econômico nos EUA e que o presidente eleito do país, Donald Trump, cumpra as promessas de cortes de impostos e de estímulo fiscal.
Entre os destaques individuais, estão as ações da Disney, que avançaram 1,74% após a companhia ter sua avaliação elevada pela Evercore. Além disso, os resultados do filme Rogue One: Uma História Star Wars contribuíram para os ganhos da companhia. Já a Ford ganhou 3,79% com o anúncio do cancelamento de uma nova fábrica no México, que custaria US$ 1,6 bilhão. A montadora também anunciou a ampliação de uma fábrica de veículos elétricos em Michigan ao custo de US$ 700 milhões.
Por sua vez, a General Motors foi criticada por Donald Trump, em seu perfil no Twitter. Segundo o presidente eleito, a montadora teria enviado alguns de seus Chevrolet Cruze produzidos no México para concessionárias americanas. As ações se desvalorizaram no pré-mercado, mas se recuperaram durante o pregão e fecharam com 0,89% de alta.
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