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Porto Alegre, terça-feira, 03 de janeiro de 2017. Atualizado às 16h14.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 03/01 às 17h18min

Juros no mercado futuro encerram sessão regular perto da estabilidade

Os juros futuros encerraram a segunda sessão regular do ano de 2017 perto da estabilidade. Depois de passar a manhã desta terça-feira (3) em alta, as taxas dos contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) foram desacelerando até fecharem ao redor dos ajustes anteriores, sem uma trajetória única. O vencimento mais longo fechou pouco acima da taxa do ajuste de ontem. O intermediário com viés de baixa.
A dinâmica dos juros no turno da tarde foi influenciada pela desvalorização maior do dólar em relação ao real e também pela perda de força dos rendimentos dos Treasuries nos Estados Unidos. Os retornos dos títulos americanos de longo prazo perderam fôlego em sintonia com a virada nos preços do petróleo, que passaram a cair à tarde. Esse enfraquecimento também foi verificado nos índices acionários de Nova York.
Nesse contexto, o DI para janeiro de 2018 fechou a 11,455% ante 11,450% no ajuste de ontem. O DI para janeiro de 2019 fechou a 10,94%, na mínima, ante 10,97% no ajuste desta segunda-feira. O DI para janeiro de 2021 fechou a 11,23% ante 11,21% no ajuste de ontem.
Sobre o petróleo, a notícia de destaque veio da Líbia. Em vez de reduzir, o país aumentou a produção da commodity de 600 mil barris por dia para 685 mil barris por dia em dezembro. Além disso, uma companhia de petróleo da Líbia, que ficou dois anos parada, voltará a funcionar. A Rússia, que não faz parte da Opep, mas que aceitou diminuir a oferta, informou que sua produção ficou inalterada em 11,21 milhões de barris por dia em dezembro, perto do valor mais alto em 30 anos.
Depois dessa notícias, os contratos futuros da commodity passaram a cair e, às 16h33, recuavam mais de 2% na Nymex (NY) e na ICE (Londres).
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