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Porto Alegre, segunda-feira, 02 de janeiro de 2017. Atualizado às 10h49.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 02/01 às 11h49min

Ibovespa opera em baixa desde a abertura, sem norte de exterior e commodities

A Bovespa abriu em queda na manhã desta segunda-feira (2) acentuou o movimento de perda na primeira hora de negócios, renovando mínimas sucessivamente. Foi puxada, principalmente pelo desempenho das empresas de commodities, como Petrobras e Vale. Sem referência nas cotações de petróleo e minério de ferro hoje no exterior, as ações das companhias operam em baixa na contramão do que foi visto na semana passada 2016.
Sob a perspectiva do giro financeiro esvaziado e sem a linha condutora das das commodities, dois fatores influenciados pela ausência das operações dos mercados em Nova Iorque, Reino Unido e Ásia hoje, a Bovespa pode devolver parte dos ganhos que teve nos últimos pregões de 2016. O Ibovespa recuava 1,11%, aos 59.543,79 pontos.
No último pregão do ano, o Ibovespa bateu os 60.227,28 pontos, em alta de 0,75%. No entanto, o volume financeiro totalizou R$ 5 bilhões ante R$ 8 bilhões da média diária do mês de dezembro.
A partir de hoje até o dia 28 de abril de 2017, as ações ON da Eletrobras passam a compor a nova carteira teórica do Ibovespa.
Para um analista do mercado de ações, só a partir de amanhã, já com as bolsas do exterior em pleno funcionamento, que será possível ter percepção melhor sobre o comportamento do índice nesta semana.
Hoje, tanto no front interno quanto externo não há perspectiva de notícias relevantes na agenda. No entanto, para esta semana, está sendo aguardado o detalhamento do plano de regularização tributária, que foi anunciado pelo
ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, em meados de dezembro.
O plano deve seguir duas linhas: uma para companhias com prejuízos e outra para grupo de empresas que utilizam o método contábil de lucro presumido. Como havia anunciado em dezembro, empresas com prejuízos poderão usar crédito tributário para abater até 80% de suas dívidas com a Receita Federal. Os 20% restantes da dívida poderão ser pagos à vista ou escalonados em um prazo a princípio, de 24 meses. "Qualquer medida que possa ajudar as empresas neste momento será bem-vinda", afirmou outro operador.
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