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Porto Alegre, terça-feira, 03 de janeiro de 2017. Atualizado às 21h39.

Jornal do Comércio

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Roberto Brenol Andrade

Palavra do Leitor

Notícia da edição impressa de 04/01/2017. Alterada em 03/01 às 21h02min

Secretaria do Meio Ambiente

Em relação à matéria Ativistas criticam extinção da Smam e da Seda (Jornal do Comércio, 03/01/2017), amigos: sou ambientalista. Meu sítio é "uma floresta". Em um terreno de Porto Alegre, plantei taquarinhas que se transformaram numa praga - tive que removê-las. A Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam) diz que não tem gente. Mas, em menos de duas horas, tinha um fiscal me notificando, o que virou processo e tive que pagar para a Smam plantar 10 árvores em uma praça! Quando é para trabalhar, a Smam diz não; fiscalizar e multar, sim. Agora, em Porto Alegre, só planto grama, que ainda posso cortar sem licença. Ainda! (Fernando Noronha, Porto Alegre)
IPTU
Quando o prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior (PSDB), anunciou 15% de desconto para quem pagasse o IPTU após sua posse, eu já havia pago com 12% de desconto. Senti-me ultrajado. Ali acabou, para mim, uma administração que nem havia começado. Como conceber alguém a administrar o bem comum que tome decisões pensando em tirar proveito político-pessoal? A novela do IPTU mostra muito bem quem são as pessoas que gerem o destino de milhões de outras. (Paulo Roberto Chedid, Porto Alegre)
Pacote de Sartori
Não dá para entender a posição da Assembleia Legislativa e do Judiciário contra o novo modelo de duodécimo, de acordo com a arrecadação real do Tesouro, proposto pelo governador José Ivo Sartori (PMDB). Uma grande economia de R$ 700 milhões e, com o orçamento mais flexível, seria possível suplementar verbas necessárias aos outros Poderes. Uma pena o que ocorreu na votação na Assembleia, colocando também a opinião pública - aquela formada pelos pagadores de sempre, empregados e empresários em geral, do micro ao grande - contra os parlamentares e juízes/desembargadores. (Luciana Ferrugem, Canoas/RS)
Coerência
Minha intenção não foi a de criar polêmica, simplesmente pedi coerência ao leitor Rafael Alberti Cesa, de Caxias do Sul, na coluna Palavra do Leitor. Já que ele buscou este espaço para expor uma posição que considero equivocada sobre o prefeito Jairo Jorge, da minha cidade, Canoas, por ele ter saído do PT e se filiado ao PDT. Jairo, assim como a grande maioria dos políticos do PT, é uma pessoa séria e honesta, tem o respeito e foi eleito por dois mandatos pelos canoenses, contra ele não pesa qualquer acusação. Pedi coerência pelo fato de que, semanalmente, vêm à tona denúncias de falcatruas de políticos, de vários partidos, fatos que, parece, são tolerados pelo citado leitor. Eu é que sou ignorante e infantil, adjetivos que usou para me qualificar. Não usarei nenhum adjetivo para lhe desqualificar, afinal nem o conheço pessoalmente, só insisto em pedir: "seja coerente, Rafael!". (Mauro Kovalski, Canoas/RS)
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