Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, domingo, 11 de dezembro de 2016. Atualizado às 21h49.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

governo federal

Notícia da edição impressa de 12/12/2016. Alterada em 11/12 às 22h52min

Presidente convoca aliados para reunião; base vai contestar divulgação do teor da delação

Antes de participar de um jantar, ontem, na residência oficial do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM) - também citado na delação da Odebrecht -, o presidente Michel Temer (PMDB) convocou uma reunião de emergência no Palácio do Jaburu com aliados próximos. Participaram o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB), e o secretário de Programa de Parceria e Investimentos (PPI), Moreira Franco (PMDB), que também foram citados nos depoimentos do ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho. O objetivo do governo é reagir mostrando "trabalho", nesta última semana de atividades no Legislativo.
A base aliada de Temer no Congresso Nacional vai reforçar nesta semana as críticas ao vazamento da delação do ex-executivo da Odebrecht. A estratégia é questionar a legalidade da divulgação, o que poderia comprometer a delação, assim como ocorreu com o depoimento do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro. Com base nisso, o esforço é para tentar invalidar o depoimento.
CONTINUE LENDO ESTA NOTÍCIA EM NOSSA EDIÇÃO PARA FOLHEAR
CLIQUE AQUI PARA ACESSAR
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia