Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 29 de dezembro de 2016. Atualizado às 21h33.

Jornal do Comércio

Opinião

COMENTAR | CORRIGIR

Editorial

Notícia da edição impressa de 30/12/2016. Alterada em 29/12 às 22h33min

Um ano recessivo, mas melhores projeções em 2017

O ano de 2016, no Brasil, foi mesmo paradoxal, com mais notícias desalentadoras do que positivas. O afastamento da presidente Dilma Rousseff (PT) foi algo traumático e pelo qual o Brasil passou pela segunda vez, após Fernando Collor de Mello. E a Operação Lava Jato desnudou uma teia de corrupção de amplitude nacional e com ramificações no exterior, algo vergonhoso para o País.
Que 2016 não seria, exatamente, um bom ano para a economia brasileira, isso estava previsto por 10 entre 10 analistas. Mas, realmente, não precisava ter sido tão decepcionante, culminando com cerca de 12,1 milhões de desempregados, uma tragédia social. Não surpreende, então, quando, nesta virada de ano, o povo, descrente, clame com uma sagrada ira à Justiça para que expulse da sociedade o imoral, o corrupto e o corruptor. Que varrá dos serviços do Estado o prevaricador, o concussionário e o ladrão público. Quem, senão ela (a Justiça), afastará do governo o negocismo, a prostituição política ou a tirania? Além disso, é imperioso que se dê a Porto Alegre, ao Rio Grande e ao Brasil tudo o que esteja ao nosso alcance. Pensar no coletivo, com menos ambição pessoal, com mais pureza e muito trabalho. Devemos nos esforçar para que os brasileiros tenham os costumes da liberdade, amando a República. Vamos assumir uma santa ira para mudarmos o que está errado. Em nós, em nossa cidade, em nosso Estado e em nosso País.
CONTINUE LENDO ESTA NOTÍCIA EM NOSSA EDIÇÃO PARA FOLHEAR
CLIQUE AQUI PARA ACESSAR
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia