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Porto Alegre, segunda-feira, 26 de dezembro de 2016. Atualizado às 21h34.

Jornal do Comércio

Opinião

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Artigo

Notícia da edição impressa de 27/12/2016. Alterada em 26/12 às 22h36min

A proteção dos filhos dos advogados

Daniel Ustárroz
Uma das tantas situações dramáticas que envolvem o exercício da advocacia é a conciliação entre duas expectativas legítimas: (a) o cuidado com os filhos dos advogados, especialmente quando recém-nascidos e adotados; e (b) a necessidade de o processo judicial seguir o seu curso, que demanda a atuação profissional dos pais.
Não é raro encontrar, entre os colegas, registros de experiências frustrantes, tal como a rejeição de requerimentos nos quais se postulava o adiamento de audiências em virtude da necessidade de atender aos bebês. Por exemplo: o fato do parto ocorrer em uma segunda justificaria a transferência de uma audiência pré-agendada para quinta? Com receio de perder prazos e praticar omissões que gerem prejuízo aos clientes, muitos profissionais se desdobram para cumprir com ambos os compromissos.
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