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Porto Alegre, sábado, 31 de dezembro de 2016. Atualizado às 18h48.

Jornal do Comércio

Esportes

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atletismo

31/12/2016 - 14h41min. Alterada em 31/12 às 19h49min

Com sprint no final, etíope Leul Aleme ganha a São Silvestre

Ethiopian runner Leul Gebresilase Aleme crosses the finish line to win the 92nd Sao Silvestre international 15 km race in Sao Paulo, Brazil, on 31 December 2016. 
Thirty thousand runners participated in the 15 km traditional New Year's Eve event. / AFP PHOTO / Miguel SCHINCARIOL

Ethiopian runner Leul Gebresilase Aleme crosses the finish line to win the 92nd Sao Silvestre international 15 km race in Sao Paulo, Brazil, on 31 December 2016. Thirty thousand runners participated in the 15 km traditional New Year's Eve event. / AFP PHOTO / Miguel SCHINCARIOL


Miguel SCHINCARIOL/AFP
A prova masculina da São Silvestre em 2016 teve, mais uma vez, domínio africano, com o diferencial de a chegada ter sido emocionante. Somente nos últimos metros, já na chegada, na avenida Paulista, o etíope Leul Gebresilase Aleme apertou o ritmo e se distanciou de outros dois adversários para ganhar a prova, com dois segundos de diferença para o segundo lugar. O melhor brasileiro foi Giovani dos Santos, que repetiu a melhor marca pessoal e foi o quarto colocado.
O etíope de 24 anos foi o vice-campeão do ano passado e teve de superar uma dura disputa com o compatriota Dawit Admasu, vencedor em 2014 e segundo colocado agora, e o queniano Stephen Kosgei, terceiro lugar. Os três estavam lado a lado até Aleme acelerar e superar os outros dois pouco antes da chegada, em um sprint emocionante, com o tempo de 44min52s.
Os competidores tiveram de encarar um calor de quase 30ºC, a temperatura mais alta desde a realização da prova pela manhã, o que ocorre desde 2012. O domínio africano aumenta o jejum brasileiro de vitórias na prova masculina, vencida pela última vez por um atleta nacional em 2010, com Marilson Gomes dos Santos. O resultado de 2016 fez Giovani igualar as marcas de 2012 e 2013, quando também foi o quarto. Nos dois anos seguintes, o mineiro acabou em quinto. Desta vez, terminou a meio minuto do terceiro colocado, com 45min30s como tempo corrigido.
Ao contrário da prova feminina, em que o domínio da queniana Jemima Sumgong se deu desde os primeiros metros, no masculino a disputa permaneceu indefinida por mais tempo. Um grupo de brasileiros se revezou na liderança no começo, até um grupo de cinco competidores do pelotão elite se distanciar dos demais. Nesse quinteto, o mineiro Giovani dos Santos representava o Brasil contra os quatro africanos.
Os corredores trocavam de liderança a todo instante. Na temida subida da avenida Brigadeiro Luís Antonio, um dos trechos finais dos 15 km da São Silvestre, o ritmo dos africanos prevaleceu. Giovani perdeu contato com os concorrentes e os três primeiros colocados abriram vantagem. Desses, dois etíopes e um queniano continuaram a correr lado a lado até os metros finais, antes da definição. Os três primeiros lugares cruzaram a linha final com apenas sete segundos de intervalo. Willian Kibor, do Quênia, completou o pódio em quinto.
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