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Porto Alegre, sábado, 31 de dezembro de 2016. Atualizado às 18h38.

Jornal do Comércio

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atletismo

31/12/2016 - 14h39min. Alterada em 31/12 às 19h39min

Campeã olímpica, queniana sobra e vence São Silvestre com recorde

Kenyan female runner Jemima Jelagat crosses the finish line to win the 92nd Sao Silvestre international 15 km race in Sao Paulo, Brazil, on 31 December 2016. 
Thirty thousand runners participated in the 15 km traditional New Year's Eve event. / AFP PHOTO / Miguel SCHINCARIOL

Kenyan female runner Jemima Jelagat crosses the finish line to win the 92nd Sao Silvestre international 15 km race in Sao Paulo, Brazil, on 31 December 2016. Thirty thousand runners participated in the 15 km traditional New Year's Eve event. / AFP PHOTO / Miguel SCHINCARIOL


Miguel SCHINCARIOL/AFP
Antes da Corrida Internacional de São Silvestre, a queniana Jemima Sumgong fez charme. Disse que seu histórico vitorioso em longas distâncias não lhe dava a certeza de bom resultado. O que se viu nas ruas de São Paulo na manhã desta sexta-feira, porém, foi ela ditando um ritmo fortíssimo, a ponto de vencer com o novo recorde da prova.
Sumgong correu a prova toda praticamente sozinha, depois de abrir folga já nos primeiros quilômetros. Mesmo debaixo de muito calor na manhã do último dia do ano e sem nenhuma rival por perto para incentivá-la a acelerar, a queniana completou os 15km da São Silvestre em 48min35s.
O resultado é impressionante porque supera em 0s13 o tempo feito pela também queniana Priscah Jeptoo em 2011. Naquele ano, porém, a prova teve largada na avenida Paulista e chegada no Obelisco do Ibirapuera. Aconteceu em descida, portanto.
Métrica mais justa com o tempo anotado por Sumgong é a comparação com o tempo das campeãs dos últimos três anos. Nancy Kipron completou em 51s58 em 2012, enquanto que a etíope Yimer Wude Ayalew marcou 50s43 em 2014 e 54s01 no ano passado. Em percurso semelhante - houve alterações em algumas ruas no centro -, a queniana foi quase seis minutos mais rápida do que a campeã de 2015.
Assim, ela fechou um 2016 praticamente perfeito. Jemima Sumgong tem 36 anos e abriu a temporada em abril vencendo a Maratona de Londres, uma das mais tradicionais do mundo. Depois, nos Jogos Olímpicos do Rio, quebrou um tabu histórico e deu ao Quênia seu primeiro ouro na maratona feminina.
Sumgong sobrou, mas a também queniana Flomena Cheyech Daniel também fez grande prova, completando com o tempo de 49min15s,muito mais rápida do que as campeãs recentes. O pódio ainda teve Eunice Cehbicii (50min26s), queniana que corre pelo Bahrein, a então atual bicampeã Ayalew (51min40s) e a também etíope Ester Chesang Kakuri (51min45s). A melhor brasileira foi Tatiele de Carvalho, representante do Brasil nos 10.000m do atletismo nos Jogos Olímpicos do Rio.
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